segunda-feira, 18 de julho de 2016

It can't rain all the time

Às vezes, o universo arranja forma de falar connosco, mas nem a todos é concedido o dom de o ouvir.

Não posso dizer que, de certa forma, não estivesse à espera. O universo falou, eu fiz de conta que não estava a ouvir. Se bem que isso não adiantou coisa nenhuma. A caça dos dragões não correu assim lá muito bem. Chumbei no exame da ordem com 9.13 valores. Primeiro veio a raiva. Depois veio a tristeza e a desilusão. Primeiro vieram os nomes feios que atirei, sem peias, a meio mundo. Depois vieram as lágrimas de quem sente, ao fim de tantas batalhas e de regas do jogo invariadamente transmutadas à nossa revelia, a começar a perder as forças.

Mas a verdade é que chumbei e tenho que aceitar as minhas (minhas?) fraquezas. Chumbei num exame em que, "outrora", quase todos passavam. Mas as regras do jogo mudaram e ninguém me perguntou (ou ao resto dos cerca de 70% dos reprovados) se estava de acordo. Acima de tudo, acho que me sinto decepcionada. Comigo, claro. Mas não só. Agora, resta-me pedir a revisão da prova e esperar conseguir as quatro décimas que almejo. Se tudo correr mal, poderei repetir o exame mais uma vez. Parece pouco, mas o custo será mais alguns meses de longa e dolorosa espera, em que me parecerá que a vida, no geral, seguirá em frente, e eu ficarei para trás. Vai ser difícil, mas resistir terá que ser vencer.

Não vos vou pedir que me consolem. Ao invés, vou pedir que me presenteiem com uma história vossa. Poderá ser qualquer uma, tendencialmente, uma que termine em gargalhadas. O stock de risos d'O Covil tem estado em baixo nos últimos dias, e penso que tem que ser feita alguma coisa em relação a isso.

Por agora, vou conceder-me o privilégio e a ousadia de cumprir o prometido, e estar alguns dias livre de corpo e mente. Finalmente terei uns dias de férias, longe da correria, da monotonia e dos problemas. A vossa ilustre concierge vai estar ausente por uma semana, e vai voltar para vós um anos mais velha. Vou à Coimbra dos amores, vou ao estádio do maior, vou voltar a Sintra e vou à capital do norte ver um jogo de Quidditch. Vou conhecer pessoas novas e rever outras. Vou tentar viver despreocupadamente.


terça-feira, 12 de julho de 2016

Coisas inexplicáveis

Não sei se vos acontece o mesmo mas, depois de um dia extenuante e em que me arrasto até ao meu lindo colchão que por acaso não é ortopédico e me dá umas dores na coluna que devia dar direito a receber uma indemnização, o meu cérebro responde que não está para aturar as minhas manias de querer dormir. Naquele momento, vêm-me à memória as anotações na agenda para o dia seguinte, o telefonema que fiquei de fazer àquela amiga há dois meses atrás ou a resposta extremamente inspiradora que me falhou numa conversa à sombra da árvore do recreio da escola primária, entrelaçadas a questões existenciais que passam por saber se os pinguins têm joelhos ou se 94% do pessoal que escreve algum gatafunho nas redes sociais vai, alguma vez, aprender a fazê-lo em língua portuguesa, sem "kapas" e com uso de vírgulas incluídos.


Por isso, tem alturas que uma pessoa dá o braço a torcer e o resto do corpo também, enquanto espera que o João Pestana faça o seu o servicinho em condições, e se deixa inundar por pensamentos sobre coisas inexplicáveis, às quais a ciência mais avançada ainda não deu resposta, tais como:

  1. Por que razão o Moço deixa sempre as portas dos armários e as prateleiras abertas e as luzes ligadas por onde quer que passe.
  2. Por que razão o Kiko recebe bilhetes grátis para a Comic Con Portugal e eu não.*  **
  3. Por que razão eu tenho sempre óptimas ideias para posts quando não há um retalhinho de papel num raio de 4371 km e, quando tento assentar alguma coisinha a escrito... já se me varreu tudo da mona.
  4. Por que razão os paizinhos insistem em contabilizar a idade dos seus petizes em meses, mesmo quando eles pesam mais que um bezerro sobredesenvolvido, já falam, já correm, já sabem mexer em iphones, ipads e ai que não tenho paciência para os aturar, já tiraram a carta e já estão prestes a terminar o curso da faculdade. A minha idade? 311 meses e meio.
  5. Por que razão nunca sei onde pousei os 273 elásticos do cabelo que normalmente tenho no pulso. Ou as sabrinas que usei ontem. Ou aquela camisola que me lembro, vagamente, de ter arrumado no armário... ou de ter atirado para cima do meio kg de roupa que se encontra, mui sacralmente, depositado no sofá há três-quinze dias.
  6. Por que razão, em praticamente todos os filmes de extraterrestes, os argumentistas/realizadores teimam em recriar os "homenzinhos verdes" como sendo seres sedentos de estabelecer contacto com a Terra, maioritariamente das vezes para a conquistar, quando euzinha só quero distância da maioria dos terrestes. Acreditem, os extraterrestes têm mais que fazer que perder tempo connosco.
  7. Por que razão, consegui encontrar sandálias pretas, número 35, numa loja que nunca, mas nunca, tem nada que me agrade e pior!, que me sirva. Comprei. Dois pares.

Começo a achar que penso demais. xD


* Ok, até sei. Mais vale um Kiko que nada tem a ver com o mundo nerd, que uma Nightisha Maria le Geek desconhecida. Noblesse oblige (vulgo, publicisse oblige).
** Kikonettes deste mundo, percebam que não tenho nada contra o Kiko. Mas um bilhete grátis dava jeito.

terça-feira, 5 de julho de 2016

TAG - The Music

Hoje é dia de desafio. E como é sobre música, é mesmo daqueles que eu gosto! A C. d'O Meu Reino da Noite sabe disso e, por essa razão, me nomeou, o que eu muito lhe agradeço. Uma pessoa acaba por ouvir coisas que já nem se lembrar que andam por aí enterradas nos confins do Media Player... =P

As regras são muito simples:

List the first 10 songs that come on shuffle (no skipsies).
Then write your favorite lyric (or verse) from each song.
Tag/link others.

Lista as primeiras dez músicas que te saírem em modo aleatório (nada de saltar músicas!).
Depois, escreve a tua parte favorita da letra (ou verso) de cada uma.
Nomeia outras pessoas.

E as músicas que me "saíram na rifa" são... pom pom pooooomm!

1. Delain - Sleepwalkers Dreams
(Lucidity, 2006)


Close your eyes
For the night is falling 
Fear no dark 
For it's warm and safe 


2. The Cure - Friday I'm in Love
(Wish, 1992)

Monday you can fall apart
Tuesday, Wednesday break my heart



3. Kamelot - When the Lights Are Down
(The Black Halo, 2005)

Rules without exceptions last eternally
Every move you make creates your destiny


4. Sweeney Tood OST - The Worst Pies in London
(Sweeney Tood: The Demon Barber of Fleet Street OST, 2007)

What a course,
enterprise!
Poppin' pussies into pies!
Wouldn't do in my shop!
Just the thought of it's enough to make you sick!
And I'm telling you them pussycats is quick.


5. Nox Arcana - Darkest Hour
(Shadow of the Raven, 2007)

[instrumental, com letra falada]

Ye who read these words are still among the living, but I who write shall have long
since gone my way into the region of shadows.


6. Nightwish - The Gratest Show on Earth
(Endless Forms Most Beautiful, 2015)

Man, he took his time in the sun
Had a dream to understand
A single grain of sand
He gave birth to poetry
But one day'll cease to be


7. Apocalyptica - Nothing Else Matters
(Inquisition Symphony, 1998)

[instrumental]


8. Epica - Dance of Fate
(Consign to Oblivion, 2005)


Now I want the water to wash away all my sins
The wind to blow away my thoughts without meaning



9. Kiuas - Black Rose Withered
(The New Dark Age, 2008)


Black Rose – where is your heart of stone
maybe the winter for you was too cold


10. Avantasia - Shelter from the Rain
(The Scarecrow, 2008)

But I'm always there, I am the footprints to your right


E finalmente, as minhas nomeações para esta TAG. Agradeço a quem fizer este desafio, que deixe o link do  seu post nos comentários, para eu poder cuscar depois:

White Raven, do Thoughts of a Rare Bird
Lisboeta, do Devaneios Lisboetas
Cláudia S. Reis, do Marés

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Encanto das Fadas

Eu cá sou uma pessoa peculiar. Já devem ter notado qualquer coisinha. Se eu tivesse uma Tardis ou uma porta mágica saída directamente no marsupial do Doraemon, era ver-me saltitar entre mundos encantados, repletos de magia, aventura e criaturas fantásticas.

Mas nada. Nadinha desta vida. O mercado de portais fantásticos está pelas horas da morte.

Por isso, tenho alguns backups de segurança: a minha biblioteca sempre em crescimento (acho que os livros andam a acasalar... o espaço nas prateleiras não desaparece assim, sem mais nem menos), algum merchandise e os cantinhos mágicos onde posso comprar algumas peças especiais. Um desses lugares é o Encanto das Fadas, onde se podem encontrar trabalhados com um toque de magia, orelhas de fadas e de elfos decoradas com pedras naturais, pendentes celtas e mais bijutaria encantada.


Encontrei pela primeira vez o Encanto das Fadas na feira medieval de Viana do Castelo do ano passado, numa banca um pouco escondida na praça principal da cidade, mas que, mesmo assim, me chamou à atenção. Tenho olho para estas coisas. Lá encontrei algumas peças espectaculares, trabalhadas à mão pela simpática e talentosa "Elfa" que lá estava. Não resisti e comprei umas orelhas de elfo, escolhidas especialmente para condizer com a minha undomiel (e que poderão ver mais abaixo).

Estas imagens são de uma outra feira, mas como não tirei fotografias, retirei estas da página de Facebook do
Encanto das Fadas para poderem ver ^^ A Elfa na foto é a artesã "de serviço" =)

Este ano voltei, decidida a comprar algo para dar ao Moço. Queria alguma coisa, igualmente, ligada ao mundo criado por Tolkien para lhe oferecer, visto ele ser um ferrenho fã de Arda e das suas histórias. Acabei por me decidir por uma Leaf of Lorien, que tanto pode ser usada como pregadeira, como pendente num fio. Haviam outras peças expostas de Lord of the Rings, mas também de Harry Potter e Game of Thrones.

Para além do merchandise, podem encontrar no Encanto das Fadas peças feitas à mão, sempre inspiradas em mundos fantásticos de mitologia e magia, como varinhas para apanhar o cabelo, triquetas, triskeles ou a árvore da vida. Mas as minhas favoritas são, sem dúvida, as orelhas de fada e elfo.

Orelhas de fada e de elfo: modelos Morrigan, Tetis e Flora.

Podem usá-las sem hesitação, mesmo que, tal como eu, tenham alergias à maioria das ligas metálicas usadas para fazer bijutaria, porque as orelhas são feitas de fio galvanizado. Já usei as minhas algumas vezes e nunca fiz alergia às peças. Estou a considerar, aliás, adquirir o modelo Morrigan. Aqui em baixo sou eu, na Feira Afonsina, em Guimarães, que se realizou a semana passada e, nas minhas lindas orelhas, o modelo Alda.


Confesso que gostei bastante do trabalho do Encanto das Fadas, da novidade, da lufada de ar fresco e de magia. A Elfa (sorry... não sei o nome da artesã, mas este nome pareceu-me bastante adequado ^^ ) é extremamente simpática, e não hesitou em perder tempo comigo quando lhe pedi algumas dicas para usar arame na construção de uma peça para cosplay (não digo qual... é surpresa! =P ).

Podem aceder à página de Facebook do Encanto das Fadas e deliciarem-se com estas e outras peças artesanais. Se gostam de longínquas terras de fantasia, é uma forma de se sentirem mais perto da magia que nelas habita ^^


Disclaimer: todas as fotos usadas, excepto as da minha pessoa (que são da minha autoria) e da Leaf of Lorien (que encontrei, algures, na internet), foram directamente retiradas da página de Facebook do Encanto das Fadas.

sábado, 25 de junho de 2016

Don't Starve

Hoje vim falar-vos de uma coisa que não faço muitas vezes: jogos de computador. É verdade, não sou lá grande jogadora, mas há coisa de um par de anos, em grande parte influenciada pelo vício do Moço, tenho experimentado alguns jogos e não posso dizer que não tenha gostado. Este aqui, podem acreditar, é "muita fitxe"! =P


Don't Starve é um jogo de aventura estilo surviver e rouguelike, criado pela canadiana Klei Entertainment para várias plataformas (Microsoft, OS, Plastation, Xbox One, et cetera). Este é mais um jogo ao qual decidi dar uma oportunidade depois de, como disse, ver o Moço jogar, vontade que foi impulsionada por outra viciada consumidora de bambus (Pandi, estás aí? =P).

Posso dizer que, apesar de ter esperado algum tempo para experimentar este jogo, Don't Starve me prendeu, digamos... à primeira vista, por causa do tipo de história e art style surrealistas, bem ao estilo de Tim Burton. Um dia, o cientista Wilson ouve uma voz através do rádio a prometer-lhe "conhecimento secreto". Wilson aceita e, com a informação oferecida, constrói uma máquina gigante. Ao hesitar pôr a máquina a trabalhar, a voz no rádio insiste e Wilson assente... mas dois braços feitos de sombra irromperem do chão e levam-no para um outro mundo. Podem ver o trailer aqui.

Este "novo mundo" é totalmente louco e surreal. Aí, Wilson (ou outra personagem, conforme as forem desbloqueando) terá que sobreviver à fome, aos monstros e à insanidade. Os mapas são sempre diferentes e aleatórios quando se começa um jogo novo. No canto inferior direito existe um mapa, que vai mostrando os locais que o personagem já visitou. É possível criar ferramentas e outros items que permitem a sobrevivência do jogador, a partir de coisas que este vai apanhando e recolhendo, assim como alguns vegetais para comer. Com armadilhas, também é possível apanhar animais e cozinhá-los. E quando vier a noite, acendam uma boa fogueira e nunca a deixem apagar. Assim que o ecrã ficar completamente preto... já foste =P


Um dia destes, apanhei o pc do Moço a jeito, e experimentei jogar (versão que vem com a expansão Reign of Giants, mas dá para seleccionar qual queremos). Foi vício à primeira teclada. Da primeira vez que joguei, consegui chegar ao dia 12, o que é um feito!! Tenho experimentado várias personagens e as duas versões disponíveis (original e a expansão). Vou-e safando bastante bem em racionar os recursos, tentando manter os níveis de fome, saúde e sanidade num nível aceitável (não é estritamente necessário que estejam sempre ao máximo) e mantendo um olho sempre na barra dia/noite, tentando planear o que fazer e com que rapidez. Continuo a ser uma nódoa a tentar matar a bicharada que me ataca, assim ao calhas =P Também podem ir jogando com as skills dos diversos personagens que vão sendo desbloqueados, uns são mais fortes fisicamente, outros são menos susceptíveis a ficarem "pirulas", e por aí fora.

O jogo é viciante... mas vale a pena deixar-se embrenhar. Recomendo a todos aqueles que gostem de jogos de estilo sobrevivência/aventura, que gostem de Tim Burton ou que apenas gostem de se divertir ^^

terça-feira, 21 de junho de 2016

Cenas da vida mirabolante

De acordo com os episódios espectaculosos com que vos presenteio com abundante regularidade, já devem ter percebido que sou uma pessoa a quem acontecem as coisas mais estapafúrdias alguma vez imaginadas. Tipo aquela criatura que está sempre lá, algures, no meio de uma multidão de povo, a levar com uns pixies da Cornualha.


Se houver algum (ou vários) tacos soltos no soalho de madeira, podem ter a certeza que sou eu quem vai tropeçar nos que estão soltos. Todos os tacos soltos. Sempre que lá passar. Todas as 8352 vezes. Sem qualquer dúvida. Estilo déjà vu da loja dos trezentos.

No dia em que o atrasado mental do motorista da TUB se lembrar de ir na faixa rodoviária central, a olhar para a morte da bezerra, mas nunca para a próxima paragem de autocarros, sou eu quem vai lá estar, a esbracejar feita doida... e não apanhar autocarro nenhum.

Se a maquinaria do escritório decidir, como por artes de belzebu, tirar férias sem vencimento e chegar ao cúmulo de não ligar (ecrãs azuis não contam...), sou eu quem vai estar a ligar e desligar fios, a fazer 13492 resets e a empoleirar-me em cima da secretária em posição de corvo (ou outra de yoga extremamente difícil) para ver se se dá um ritual qualquer desconhecido e aquelas geringonças decidam voltar à vida.

No exacto momento em que o elevador não estiver virado para a grotesca função de funcionar, sou eu quem vai ter que se descalçar para conseguir subir quatro andares de escadas, com meia tonelada de lancheira, processos e tamancos na mão.


Como podem ver, tenho muitos atributos e uma vida plenamente preenchida. Estas foram as peripécias de hoje... e o dia ainda não acabou. Devo ser parente do Neville Longbottom e ainda ninguém descobriu. Mas os amiguinhos do Voldy apagaram os registos dos muggleborns nascidos entre 1985 e 1998, por isso, não me admirava nada. Já agora, já que tenho os genes da desastrice, também me dava jeito ter os da jeitosice que se revelam depois da adolescência. Esses ainda não se manifestaram.

Entretanto, enquanto a minha carta de Hogwarts não chega, podem sempre contactar-me quando precisem de alguém que descubra os vossos tacos descolados. Não é que eu não esteja habituada. E os trocos davam-me jeito.

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Covil's Cup

Eu cá sou uma preguiçosa que mete medo, qual Bunny Tsukino digna desse nome. Sobretudo quando, assim como por magia, numa frase aparece a expressão "tarefa doméstica". Por isso, surgiu-me uma ideia brilhante, daquelas que são como os cometas e passam por nós de 937 em 937 anos e que, diga-se desde já, nada tem a ver com a minha ressente re-incursão pelos aclamados livros de J.K. Rowling sobre o Rapaz de Sobreviveu.

O Covil vai ter a Taça das Casas.


Ora, eu sou uma Slytherin com muito orgulho e o Moço é um Gryffindor à Weasley (não, não é ruivo, mas gosta bastante de comer). Não haverá ninguém para representar os Ravenclaw e os Hufflepuff, mas servirá. A ideia é todos os meses (e não todos os anos, porque seria mesmo muuuuuito tempo para a coisa) fazermos uma competição tendencialmente saudável para ver quem faz mais tarefas de todo o género, especialmente aquelas que menos gostamos e aprendermos a ser um poquinho melhores, como tentar ser menos rabugenta (eu) ou aprender, de uma vez por todas, a desligar o estupor da luz da casa de banho (ele).

Compramos uma taça na Tiger, que ainda será decorada. No final de cada mês, somados (e subtraídos!) os pontos atribuídos a cada Casa, será atribuída ao seu justo vencedor. Este mês, o primeiro em que a competição será disputada, os Slytherin vão orgulhosamente à frente, mas ainda é cedo para cantar vitória! Poderão acompanhar o torneio aqui.

E como a única coisa que tenho de Harry Potter, para além dos livros, do vira-tempo e do pijama com o padrão do Marauder's Map, são um pack de 4 meias, cada uma com um dos brasões das equipas de Hogwarts, poderá acontecer haver uma peúga que não do Tio Vernon pendurada com o símbolo da casa vencedora. Parece-me bem.