quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Prince

Já devem saber que sou fã da saga Harry Potter, de J.K. Rowling. Comecei a ler os livros com 11 anos (curiosamente, a idade com que os feiticeiros vão pela primeira vez para Hogwarts) e li os seis primeiros volumes da colecção praticamente de seguida. Mas nunca comprei o último livro. No final do ano de 2007, quando Os Talismãs da Morte foi editado em Portugal, achei que o preço praticado era exagerado e acabei por pedir outros nesse natal. A verdade, é que tinha outras razões, para além dessa meramente economicista, e bem mais profundas, para o fazer.

Primeiro, era o início do fim. Eu cresci a ler Harry Potter. Ia lendo os livros conforme estes me eram dados, e claro, ia ficando mais velha à medida que os lia. Mas, ao mesmo tempo, ia acompanhando o crescimento dos personagens principais que eram, mais coisa menos coisa, da minha idade. Crescemos, por isso, e de certa forma, todos juntos.

Segundo, foi no final da leitura do sexto livro, na casa da minha avó materna, quando ela já estava acamada, que tomei consciência que essa seria a última vez que a veria. Num dos últimos capítulos de O Príncipe Misterioso, há uma personagem importante e querida do público que morre e, ao ler essas linhas, confesso não ter chorado. Isso não significa que não me tenha chocado. Passado alguns meses, a minha avó faleceu e, certo é que, por zangas familiares às quais fui alheia, essa foi a última vez que estive com ela.

Acho que, inconscientemente, por estas duas razões, acabei por rejeitar a história. Não ler o seu fim significava que a mesma não ia acabar, e sempre que olhava para a prateleira, lembrava-me de uma experiência que tinha sido dolorosa de várias maneiras. No entanto, no ano passado, decidi que estava na altura de fechar este capítulo. Procurei, durante meses, Os Talismãs da Morte, mas a edição antiga da Presença, para que todos os volumes fossem iguais. Não foi nada fácil. Finalmente, na semana do natal, consegui-o, e recomecei a saga para, ao fim de quase 13 anos, cerca de metade da minha vida, saber afinal como tudo acaba.

Hoje, no entanto, o mundo amanheceu mais triste. O Professor Severus Prince Snape, conhecido por Alan Rickman entre os Muggles, seguiu para uma nova aventura. Soube à hora de almoço, enquanto passava as notícias do dia em revista. O primeiro impacto foi sentir que o meu coração falhou uma batida. Acho que o mundo, em si mesmo, parou durante alguns segundos. Ao início não chorei do choque, depois, já no escritório, quando tomei consciência da realidade, não chorei em frente dos colegas por vergonha.

Severus sempre foi um dos meus personagens favoritos. O mistério, o silêncio, o calculismo e a inteligência que o envolviam, fizeram dele alguém especial. E claro, era o chefe da minha casa, os Slytherin. A sua profundidade, que vai sendo conhecida, aos poucos, de livro para livro, fez dele um fantástico anti-herói e, (porque eu sei, uma vez que há pessoas que são parvas e "botam" spoilers para aí), no final, um verdadeiro herói.

Se ele vai ficar comigo para sempre? And after all this time?
Always.



# For a well structured mind death is just a next adventure
# Let us all raise our wands
# Prince
# Always

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Erudices à hora do chá #2

Por acaso, esta foi à hora de almoço. Há uns dias, aproveitei a pausa para essa tão distinta refeição para passar numa loja de roupa interior e diverso vestuário de andar por casa (a.k.a. pijamas e afins). Fui procurar cuecas.

Gosto de cuecas com bonequinhos e de merchandise, mas desde que não sejam cor-de-rosa. O facto de ter um rabo pequeno faz com que bonequinhos abundem... relativamente a todo o resto da roupa que existe no mundo. Tal como nos sapatos, estou naqueles números estranhos que nunca existem - são demasiado grandes para a secção das crianças e demasiado pequenos para a secção das mulheres/adultos.

A conclusão a que qualquer pessoa chegará, neste ponto, é que, muito obviamente, não havia cuecas suficientemente kawaiis (e não cor-de-rosa) e do tamanho certo para moi je.


Por esse motivo, em momento de milenar erudição, que ficou ali a marinar tempo suficiente para ser um novo ensinamento do Yoda, o Moço saiu-se com esta:

Moço - Tu és como o Mini Milk.
Nightwisha Maria - Como o quê?
Moço - O Mini Milk. Nunca ninguém soube realmente como aquilo se comia. Se era para trincar ou lamber.

Não sei se ria, se chore. Posso sempre fazer as duas coisas ao mesmo tempo, já que se diz por aí que as moças são multitasking. O que eu queria mesmo, era arranjar cuecas "fitxes" e, de preferência, me servissem no rabo. Algo me diz que é coisa que não compense mandar vir do eBay. Mesmo que compensasse (no caso do merchandise), duvido que tivessem o meu número: 3/4 de gaja ou 3 1/3 e meio de criança.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

I quit

Desisti, definitivamente, de ir às compras de roupa. A sério, não estou a brincar, é mesmo verdade.

Quando fui comprar as prendas de natal do Moço, passei pela Primark porque, para além de não ser uma loja estupidamente cara (ainda que a qualidade não seja a melhor), tem produtos de merchandise de Harry Potter, Star Wars, Marvel e por aí fora. Quer dizer... vai tendo. Como o nosso jantar de natal e consequente troca de prendas foi depois do natal propriamente dito, e porque não consegui lá ir antes das "férias" passadas na terrinha, as compras foram feitas em altura de saldos. Se, por um lado, a maioria do merchandise estava em promoção, o que foi óptimo para a carteira, também era certo que só sobravam os números maiores e os mais pequenos e a loja estava inundada de criaturas para as trocas/saldos, o que foi péssimo para os nervos.

Nem consegui ver nada para mim, apesar de, pelo menos, metade da Primark estar em promoção. Tinha pouco tempo e já estava a ficar nervosa com a quantidade insana de gente que não se desviava e com o calor descomunal da loja. No entanto, em frente à zona dos homens, estava um expositor com blaisers de senhora. Como estava no caminho, dei uma rápida espreitadela e encontrei um último blaiser preto muito fashion, mas que não experimentei porque só iria sair dos provadores depois das badaladas que anunciam o ano novo. Só o vesti já em casa e constatei, com algum pesar, que o blaiser era grande. Bem, teria sempre oportunidade de trocar, mesmo que não fosse por uma peça igual. A loja é grande e havia muita coisa em promoção. Para além disso, precisava de ir ao shopping, para comprar noutra loja umas calças que tinha visto online.

Quando consegui um tempinho para perder nessas andanças lá fui eu, mais o Moço, rumo ao shopping. Novamente, havia povo que nunca mais acabava e parecia que estávamos nas Caraíbas. Não sei porque deixam as lojas tão quentes, a não ser para as pessoas se fartarem de lá estar antes de pensarem bem se realmente querem gastar aquele dinheiro naquelas peças. Mas a questão primordial foi: não gostei de nada do que a Primark tinha. Nada. Ou, pelo menos, nada que valesse o dinheiro que marcava na etiqueta. Depois de mais de uma hora na loja, acabei por trocar o blaiser por peças para outras pessoas. Fui então à Bershka, onde eu não me lembro de comprar uma única peça de roupa. Nada das calças que eu tinha visto na loja online. Voltei para casa com vontade de me afogar em comida, que foi o que fiz. Não foi porque não consegui gastar dinheiro feita louca de Bervely Hills em lojas de roupa, mas porque andava à procura de coisas que me fazem realmente falta e vim para casa de mãos a abanar.

Eu sei que sou esquisita com a roupa, como sou, aliás, com quase tudo. Mas o que eu acho ridículo é não conseguir comprar umas calças básicas, pretas, sem que o botão da cintura me roce no nariz e sem parecer que andei "à bulha" com um felino selvagem que me rasgou a roupa toda. Eu quero umas calças simples, mas para isso não estou disposta a pagar 30 ou 40 euros. Já nem vou falar dos blaisers. Por isso, a partir de agora, vou comprar roupa no eBay ou aprender a fazê-la (as mais simples, pelo menos). Para além de ter maior probabilidade de encontrar o que quero (sempre com atenção à qualidade e às referências de tamanhos) a um preço recomendável, também consigo encontrar montes de merchandise que, mesmo em lojas como a Primark que vende produtos oficiais, só se encontram noutros países. Só volto a comprar roupa numa loja em situações especiais.

Agora, alguém que se ofereça para me ensinar a costurar. A minha máquina de costura de brincar ainda deve funcionar. Sim, eu tinha uma dessa, com agulha verdadeira e que costurava mesmo. Não podia mexer em facas ou aprender a cozinhar porque era perigoso, mas se cosesse os dedos não havia problema nenhum (o que, por acaso, e tendo em conta a minha destrambelhice natural, nunca aconteceu...). Vamos ter esperança.

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

She moves in mysterious ways

Oh pah, eu adoro bollycaos. Ou qualquer coisa que se pareça com um bollycao.

Um dia, a minha avó lembrou-se de me comprar uma saquinha com coisas com chocolate lá dentro que, apesar de não perceber muito bem o que era, achou que eu ia gostar. Para ela, a questão é simples: se tem chocolate, eu vou gostar de enfardar aquilo pela goela abaixo. Não posso dizer que ela esteja enganada ^^

Sempre que vejo daquilo à venda, compro. Uma saquinha com quatro pseudo-bollycaos-em-formato-redondo, a estrebuchar de chocolate por dentro (não são tão bom como os "originais", mas ainda não me ouviram queixar), que custa apenas 1 euro. O Moço faz a mesma coisa, porque sabe que eu devoro aquelas maravilhas doces ao pequeno-almoço ou ao lanche.

Hoje, à hora de almoço, comprei um saquinho que tinha os quatro habituais bolinhos, mais um de oferta, pelo mesmo preço. Comi um de sobremesa, o Moço outro, e levei os restantes para o escritório (onde sou a única "gorda", a.k.a., a única que quer lá saber das calorias e comer o que lhe dá na pinha). Mas... tenho que admitir, é capaz de ter havido intervenção divina.

Quando cheguei ao prédio do escritório constatei, em choque, que o elevador estava em manutenção. Por isso, tive que subir quatro andares com a mala a pesar duas toneladas de papelada, computador e todas as outras miudezas que as carteiras de mulher têm algures lá para dentro até aos confins dos infernos. Aí queres ser gorda e comer bollycaos? Então toma lá quatro andares de escadas para veres o que é bom para a tosse e para as calorias. Na descida, foi a mesma coisa, mas como "para baixo todos os santos ajudam", menos mal. Psicologia invertida celestial, "portantos".

Não resultou. Não vou deixar de comer bollycaos. Oremos!




Nota: Não sou fã dos U2 e a letra não tem, necessariamente, a ver com o assunto. Mas é inegável que até é um bom título, não? É um mistério como eu ainda me mexo sem rebolar =P Para quem quiser ouvir a música de qualquer maneira, aqui fica o link.

domingo, 3 de janeiro de 2016

Level up!


Diz que estamos em 2016. Como foram os vossos últimos momentos de 2015? E os primeiros deste ano? Os meus foram muito interessantes.

Passei quase três horas a limpar e arrumar a casa para recebermos as nossas visitas, um casal amigo e o seu gato. Enquanto me entretinha com os doces, decidi carregar o telemóvel, porque estava à espera que as visitas me ligassem. Saí do apartamento, chamei o elevador... e o bicho começou a fazer uns barulhos muito estranhos, como quem diz: estou avariado. O meu pensamento foi: acabei de f*der o elevador... Vou de escadas. Eu moro num terceiro andar. Quando voltei, o elevador continuava numa chiadeira, que até metia medo. Fui novamente pelas escadas. Entrei em casa para continuar a confecção de doçaria extremamente calórica e, assim do nada, comecei a aperceber-me de um ruído de fundo monumental, que tinha sido abafado pela batedeira. Alguém se lembrou de aspirar a casa com um aspirador super potente, ou será que o elevador é demoníaco e se lembrou de me rogar uma praga directamente do sétimo círculo do inferno?

Obviamente, era o elevador. Pronto, ninguém vai dormir na passagem de ano. Paciência. Eventualmente o barulho parou. No entanto, as visitas nunca mais chegavam. Comecei a ficar preocupada. Eis, então, que o telemóvel tocou. Eram um número que não conhecia, só podiam ser eles. Mas... afinal era a minha mãe. Estava sem dinheiro no telemóvel, por isso, usou o de outra pessoa. Senti uma certa nostalgia... Que momento tão '90. Ainda que inverso.

Finalmente, as visitas chegaram, depois de algum tempo perdidos e de, alegadamente, me terem ligado até à exaustão, sem que eu lhes tivesse atendido. Estranho. Olhei para o ecrã do telemóvel, e nada. Desci, mais uma vez pelas escadas, para dar de caras com uma quantidade insana de sacos. Acho que eles compraram o hipermercado todo, depois de termos dito, expressamente, para não o fazerem. Felizmente, o prédio tem dois elevadores.

Quanto às chamadas fantasma... alguém deve achar que uma empresa qualquer de telemarketing anda e tentar vender-lhe um faqueiro incessantemente ou então tem um stalker à perna. A culpa é dos teclados touch dos telemóveis, em que os botões são do tamanho do bicho da fruta. No chat, ao digitar o meu número para lhes dar, carreguei num botão errado... Claro que eu não podia ter atendido as chamadas. E por incrível que pareça, o número errado chamava... Pelo menos, até ao momento, acho que eles não têm nenhuma queixa na polícia.

Comemos como lobos. No momento das doze badaladas, lembrei-me que não tinha vestido as cuecas novas que tinha guardado para tão solene ocasião. Manda a tradição que se use roupa interior nova e a sua cor será um desejo para o novo ano (não tem que ser azul, cada cor tem um significado diferente). Ora, eu tenho muito desejos. Por isso, as escolhidas foram as minhas cuecas novas do Batman, que têm muitas cores (não sei como isso foi acontecer, perguntem na Primark de quem foi a ideia de fazer merchandise para gaja todo parolo, incluindo, t-shirts do Star Wars e da Marvel cor-de-rosa) e, como não as tinha vestido "a tempo", usei-as na cabeça. Que eu saiba, a tradição não diz que as cuecas têm de estar a tapar o rabo. Para mim, na cabeça também conta como "estar a usar".

Passamos o resto da noite, da madrugada e do dia seguinte, essencialmente, a comer, a dormir, a jogar Uno e a tentar que o nosso ilustre convidado de quatro patas não se interessasse só por nós quando lhe dávamos comida. Falhamos miseravelmente. O gato parecia ter uma antena de detecção de comida. Bastou ver-me pegar numa batata e saltou logo para o meu colo, para ma tirar da boca. Fez o mesmo quando eu peguei num waffle. Se não fossem os meus reflexos super desenvolvidos, tinha trincado ar.

Eventualmente foram embora, e ficamos só eu e o Moço, e uma casa novamente desarrumada, qual explosão de tralha por todo o lado. Ainda não conseguimos limpar tudo. Ontem o dia foi para vadiar e o de hoje, será para trabalhar.

Pode ser de mim, mas continuo com a mesma sensação de 2015: tenho sono; continuo preguiçosa; tenho vontade de comer lasanha, waffles, queijo da serra, gomas e os meus pikicakes; quero acabar de ler a Pedra Filosofal e bloggar, mas tenho que trabalhar no primeiro domingo do ano, porque nem todos podem ignorar prazos e os tribunais/juízes/clientes querem lá saber se eu tenho sono/preguiça/fome/vontade de ler/bloggar. Por isso, liguei o pc pouco depois das dez da manhã... e ainda não fiz nada desta vida.

Os vizinhos de cima já berraram duas vezes, uma logo na noite do dia 01 e outra antes do meio-dia de hoje. Tenho fome. Acho que vou aquecer o resto da lasanha do jantar de ontem e enfardar à Garfield.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Até para o ano!

E é assim, pessoas, que um ano acaba e outro começa. Não vou estar aqui a fazer grandes considerações e resoluções de ano novo todas xpto, que nem sequer vou cumprir - sou demasiado perguiçosa para ir ao ginásio e gosto muito de comer o que bem me apetece, por exemplo.

Agora que penso nisso, ainda não tenho nada feito para o jantar. Bolas.

O que eu desejo para o próximo ano é, basicamente, o que eu desejo para todos os dias: acordar tarde, encher a pança, ler muito, ver uns filmes porreiros, coisas boas, doces, e dormir como um gato. Concentrem-se em serem felizes, que eu vou fazer o mesmo. Nada de más energias e más pessoas nas nossas vidas. Comam o que vos apetece. Façam uma loucura qualquer. Sejam vocês, mas ainda melhores! ^^

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

We can be naughty again!

E então, sobreviveram ao natal?! Como podem ver, eu consegui sair mais ou menos inteira da época festiva, o que não quer dizer que tenha corrido bem. Na verdade, foi horrível e foi o pior de toda a minha vida. Por mim, podiam riscar a data do calendário, uma vez que só existe para me deixar triste e derrotada. Quem disse que o natal é tempo de paz e amor, estava a ter uma trip de ácidos de má qualidade.


Mas... já estou de volta! Ao trabalho e a todos vocês, claro =) Para compensar tudo o que de péssimo se passou no natal propriamente dito, e acreditem que foi de tudo um pouco, eu e o Moço fizemos o "nosso natal" (acho que vou arranjar outro nome para a coisa... só o termo "natal" já me dá fastio...). Fizemos um jantarico com um pouquinho de tudo: queijos e paté de entrada, depois um pratinho de marisco e, para prato principal, lasanha caseira, tudo regado com ice tea de pêssego (pinga da boa, "portantos"). Para sobremesa, tivemos bolo de maçã que a minha avó fez questão de fazer só para eu poder trazer comigo ^^ Como podem ver, foi uma coisa simples, mas foi o momento mais feliz de toda esta época.

E agora... vamos falar sobre prendas!! Foram bastantes, devo dizê-lo, e quase todas do Moço ^^ De todos os presentes dele vou aqui destacar dois: um mini "armazém" de gomas, que ele recheou de docinhos, incluindo "feijões doces" que fazem lembrar os Bertie Bott's Every Flavour Beans (fãs de Harry Potter, levantem a mão!!) e uma lancheira de metal do R2-D2 de Star Wars!


Já quanto aos livros, porque disso nunca pode faltar na vida de uma bookaholic como aqui a je, curiosamente, nenhum foi prenda do Moço, mas ele também soube acertar em cheio, temos que admitir ^^ Ainda assim, recebi o pack Tigana, com os dois volumes em que o livro foi dividido (originalmente é um stand alone), de Guy Gavriel Kay e... pam pam pam!! o sétimo e último volume da saga que me acompanhou durante os pavorosos anos de adolescência (foram mesmos pavorosos, não é cliché): Harry Potter e os Talismãs da Morte, de J.K. Rowling, que ofereci a mim mesma ^^ Finalmente consegui este livro, logo quando já estava a perder a esperança de o encontrar. É uma primeira edição, com a capa antiga da Presença, tal como eu queria, para fazer pandan com o resto dos livros da saga que tenho, usado mas em óptimo estado (está como novo) e a um preço de saldo. Milagre de natal? É... pode ser. Mas não foi realizado pelo Anjo Raziel... caso contrário, teria virado desastre xD (Quem leu os livros do Christopher Moore sabe do que eu estou a falar =P ).


O Moço recebeu, tal como eu, prendinhas típicas de um verdadeiro nerd. Entre elas estão o Guide to Tolkien's World - A Bestiary, de David Day e uma t-shirt do He-Man and the Masters of the Universe. Também lhe ofereci uns boxers com a "fronha" dos troopers de Star Wars, que não consegui encontrar imagem, mas que ele diz que vai usar na passagem de ano =P


Assim sendo, é com muita satisfação que dou por encerrada a época festiva mais deprimente do ano, que espero ter sido menos dolorosa para vocês do que foi para mim, e declaro que todos nós podemos voltar a ser mal comportados outra vez! Eu já comecei as malandrices, e vocês?! =P