quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Recolha de monstros =P

Quando estou na paragem/à espera de boleia, passam por mim coisas muito interessantes. No outro dia foi um miúdo bastante traquinas, e hoje foi... a Recolha de Monstros.

Mas, e o que é isso Nightwisha Maria? É um serviço prestado por diversas entidades públicas responsáveis pelos resíduos em cada município (por cá, isso está a cargo da Agere - empresa de águas, efluentes e resíduos de Braga) que, mediante marcação prévia, vão recolher à casa das pessoas electrodomésticos, mobílias e outros monos que já não usam/estão avariados/estragados e que, por serem de grande porte, acabam por ficar acumulados a um canto ou nas beiras dos passeios. Para clientes domésticos, a Agere presta este serviço de forma gratuita. Quem for daqui e precisar de uma recolha de monstros, pode aceder ao serviço via online aqui. Se forem de outras zonas do país, basta uma pesquisa rápida, que encontram facilmente um serviço similar a este.

Hoje, o camião que passou por mim levava, para aí, uns sete ou oito colchões, todos muito bem amarradinhos. Com o início das aulas aqui na universidade, deve haver muitos monos de natureza diversa por aí. Lembro-me que, há uns anos, foi o mês dos colchões e dos sofás. Todos os dias, havia novos "monstros" desses por aí, espalhados, e nem por isso para recolha, visto que permaneceram onde foram deixados durante dias.

Não sei o que acontece aos "monstros" recolhidos, uma vez que nem todos estão inutilizáveis. Acredito que aqueles que ainda estejam em relativo bom estado, ou que necessitem apenas de um arranjozinho, sejam posteriormente encaminhados para instituições ou directamente a terceiros que precisem deles. De todo o modo, acho uma boa iniciativa. Afinal, é bom para, por um lado, quem se quer livrar de algumas coisas lá de casa, especialmente aquelas que não têm conserto, ou daquelas que são grandes de mais para transportar para onde quer que seja, e por outro, para tentar prevenir o abandono destes grandes monos assim no meio da rua. E diga-se, é bastante divertido ver o camião a passar por nós na rua, com uma faixa que diz, em letras garrafais, "Recolha de Monstros" ^^

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Passaram-me um comando para a mão… e ✇♫☣☠☢ tudo =P

Sempre tive veia de nerd invertebrada, mas não de jogadora. Ou me põem uma coisa estupidamente simples à frente, ou esqueçam lá isso. Sou péssima a carregar em botões. Pelo menos, nos botões certos. Não é intencional, mas troco sempre as teclas e vá… estou sempre a mandar-me de penhascos abaixo e a levar porrada. Os jogos em que me safo relativamente melhor são os tower defense (como o Plants vs. Zombies, sobre o qual já falei aqui), porque o perigo não é assim muito eminente, logo, enervo-me menos e há menor probabilidade de carregar nas teclas erradas/acertar no ar em vez do inimigo.

Isso não impediu que virasse “trabalho de ciências” pessoal do Moço. Ele decidiu que me ia pôr a jogar como deve de ser. Não posso dizer que estou chateada ou triste com isso, pelo contrário ^^ (excepto quando me enervo e quero mandar tudo pela janela). Acho sinceramente que o problema é eu achar que não me safo a jogar o que quer que seja. Sou trambolha, já sei, mas pronto, é como ele diz: no começo, vais morrer mais vezes que a conta, mas depois torna-se mais fácil.

E realmente ele tinha razão. Continuo a enervar-me porque não sei saltar lá muito bem, e passo “séculos” no mesmo sítio para chegar “mais lá acima”, e quando o jogo é temporizado, o nível de enervanço é ainda maior; continuo a atingir o ar e não os inimigos (são eles que me apanham a mim) e a mandar-me de penhascos abaixo, ou seja, passo mais tempo a morrer do que outra coisa. Grito e, de vez em quando, tenho uma vontade súbita e avassaladora de mandar tudo pela janela… Mas já não sou péssima, sou só muito má =P

Acho que o ponto de viragem foi quando o Moço instalou o Castle Crashers, um jogo de pancada com gráficos super engraçados, que um dia "vos mostro". Quase parece uma coisa de miúdos, e eu achei tanta piada que ele me passou o comando para as mãos (é mais fácil jogar com isso do que com o teclado, acreditem no que vos digo, e nas horas que passei espetada contra muros no Colin McRae 2000 e picos para pc com um sistema operativo qualquer que não me lembro, mas que já deve estar mais que ultrapassado). Claro que o campeão que usei já tinha um nível muito acima do inicial, e realmente não morria com muita facilidade. Ganhei-lhe gosto. Um dia, pedi-lhe para me deixar jogar no computador dele, e ele disse que não, mesmo depois de a trambolha aqui lhe ter ensinado como passar o nível da "nave espacial dos abelhos amarelos" que, mesmo depois de horas de tentativas, ele não conseguira. Fiquei de trombas.

Eventualmente, ele acabou por instalar-me um emulador no computador, para poder jogar numa "pseudo" Sega Mega Drive/Nintendo. São jogos muito antigos e relativamente fáceis, como o Super Mario Bros, o Sonic The Hedgehog ou o Tiny Toons Adventures (imagem à esquerda), com gráficos tão péssimos e pixelizados que até é engraçado tendo em conta o avanço tecnológico nessa área, mas a ideia é começar por aqui mesmo e depois passar para coisas mais difíceis. Para já, está a correr bem (tretas, continuo a morrer mais vezes que o Krilin ou o Sean Bean), e estou a tomar-lhe o gosto. E agora estou sempre à espera que ele jogue The Binding of Isaac: Rebirth (o melhor jogo de seeeempree!). Nos próximos eventos/Cons a que for, quero ir para a parte dos jogos de consola. Vou passar uma vergonha descomunal, mas quero lá saber. Agora que penso melhor, não sei se vão ficar a olhar para mim porque sou uma nódoa a jogar, se por ser uma rapariga a jogar. Espero bem que seja pela segunda razão – assim os meus oponentes ficam distraídos a olhar para mim e pode ser que ganhe algum jogo =P

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Travessuras

Ontem, quando estava na paragem, vi um homem passar por mim com um menino pequenino pela mão. Calculei que fossem pai e filho, este último, muito bem acolchoado contra o frio, deveria ter entre dois a três anos de idade. Tinham acabado de sair de um carro que estacionara a poucos metros de mim, ali bem encaixado no espaço onde os autocarros param para apanhar e descarregar passageiros.

Pouco depois de passarem por mim, o menino estacou e largou a mão do pretenso pai. Mal se apercebeu, o homem virou-se para o menino, que automaticamente, e sem dizer uma palavra, se lhe colou à perna e estendeu as mãos para cima. Então o senhor pegou no menino, contornou a amostra de relvado meio selvagem que se encontra à volta da paragem, em direcção ao café ali ao lado.

Não consegui deixar de sorrir ao ver aquela cena, especialmente porque percebi que o menino, provavelmente para além de mimo, queria era ir ao colo, que andar cansa! Mas as crianças são mesmo assim, e não há nada de novo nisso... excepto que, ao ver que eu me estava a rir, o miúdo riu de volta para mim, mas com a maior cara de malandreco imaginável. Se segundos antes parecia uma criança super tímida, naquele momento a cara abriu-se-lhe num sorriso um pouco trocista, como quem diz: consegui que ele me levasse ao colo e tu percebeste! Não deu para evitar rir ainda mais depois da atitude do rapazinho =P

Se os miúdos hoje em dia são uns sabichões, isso não há dúvida. Mas, mesmo que a nossa memória discorde na maioria das vezes, nós também éramos, ainda que com diferenças. Daqui a uns anos, vai haver mais um maroto por aí a fazer travessuras ^^

Já presenciaram alguma deste género? Os várias? Se sim, não se inibam: contem!! =)

domingo, 13 de setembro de 2015

Feira do Livro do Porto 2015 ^^

Ontem foi um dia muito esperado durante quase uma semana: fomos à Feira do Livro do Porto 2015, que este ano se realiza, mais uma vez, nos Jardins do Palácio de Cristal. Eu, que não gosto nada de ir àquele sítio lindíssimo e muito menos de livros (not!), só podia dizer que... adorei ^^

Munidos de sandes, suminhos e docinhos na mochila, lá fomos nós para o Porto. Quando estava a comprar os bilhetes de comboio, tive a sorte de me calhar na rifa o único funcionário de balcão simpático que, ao lhe pedir dois bilhetes para o Porto, me perguntou:
Funcionário da CP: NOS em D'bandada?
Nightwisha Maria: Não... Feira do Livro.
Funcionário da CP: É NOS em D'bandada na mesma! Assim tem desconto e paga apenas dois euros pela viagem de ida e volta. Tem é que usar as duas viagens durante o dia de hoje.
Nightwisha Maria *encantada da vida*: Obrigada!

Como sempre, a CP fez questão de não publicitar a promoção em lado nenhum. Tive mesmo muito sorte em ter sido atendida por aquele funcionário. Para além de que, supostamente, aquela era uma promoção apenas para quem fosse à D'bandada, e não para quem quisesse visitar o Porto por qualquer outra razão, ou quem viesse de lá para Braga. A cultura só interessa em retalhos.

Chegados ao Palácio de Cristal, quase nos perdemos no meio de tanto aparato. São 130 stands de diversas livrarias, editoras e alfarrabistas, mais as actividades que vão tomando lugar pelo local. Fomos dando uma vista de olhos a todas as bancas, mas infelizmente não havia preços convidativos, excepto nos alfarrabistas. Levei uma lista enorme comigo dos livros que queria mesmo encontrar... mas não tive sorte, nem nos alfarrabistas. Até encontrar o stand da Europa-América.

A funcionária que estava lá, que eu acho que já encontrei numa feira do livro em Viana há uns anos, era um amor. Consegui regatear um livro para o Moço menos 7 euros ^^ O Senhor dos Anéis: As Duas Torres, veio connosco para casa por apenas € 10, e novinho em folha! Com isso, ele ficou com a colecção das obras de Tolkien (edição EA com lombadas douradas) completa =) Entretanto, enquanto tratávamos da transacção, ia olhando para os livros que estavam expostos, mas eram tantos que não conseguia encontrar nada do que queria... então a senhora perguntou-me o que procurava, que assim era mais fácil. E não é que ela sabia do que estava a falar?! Quando não tinha a certeza, perguntava ao colega, que não falhava uma! O homem percebeu, ao ver-me tirar os livros da banca, aquilo que eu procurava. E conseguiu-me uma relíquia! Parece uma coisa de outro mundo, mas hoje em dia, é difícil encontrar livreiros que tenham uma noção mais alargada do mercado. É óbvio que não vão saber tudo, mas dizer apenas "esse livro é muito bom!" só para vender, não é coisa do meu agrado. Um livreiro informado, como podem ver, muda por completo uma compra =)


Ao todo, para mim, gastei  € 27,13 nos seguintes livros:
Crónicas de uma Serva, de Margaret Artood
O Flagelo dos Céus, de Ursula K. leGuin
O Rei que Foi e um Dia Será, versão consolidada, com a obra completa editada por T.H. White, ou seja, quatro livros num só! Foi a pechincha do dia ^^

Foi um pouco puxado, é certo, mas os livros eram novos, são primeiras edições Pt e foram comprados na respectiva editora. Para além de que, como a minha mãe ainda não me tinha comprado prenda de aniversário, vou ser reembolsada xD Só fiquei a "aguar" pelo Um Estranho Numa Terra Estranha, de Robert A. Heinlein, que os senhores da banca não tinham levado com eles para a Feira do Livro. Fica para uma próxima.

Depois disso, fomos dar um passeio pelos jardins, que eu adoro, e tiramos mais algumas fotografias naquele lugar maravilhoso. Para além de ser um lugar extremamente bonito, foi nos Jardins do Palácio de Cristal que fizemos o nosso primeiro passeio juntos. Sempre que lá vou, encontro novos recantos fantásticos, e desta vez não foi excepção ^^



E para comemorar uma última vez, vamos comer pizza caseira da boa e bem calórica para encher a pança à lordes ^^ Bom resto de fim-de-semana para todos!

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

When you're just living your life =P

Estou a ficar seriamente preocupada.

Este mês, as minhas contas em redes sociais têm sido invadidas de fotos e notícias devastadoras: é só pessoal a casar. Não vou mentir: abomino a instituição do casamento (por questões pessoais, ainda que não seja contra quem o faça. Cada um sabe de si, e eu sei que não quero casar). Desde muito nova que tomei a decisão de que "casar" não é assinar um contrato. Como a minha avó muito sabiamente diz, não é num papel que se vai encontrar amor. Mas, de novo, esse é um passo que cabe a cada um decidir se está preparado para dar ou não, e quem está de fora só tem que aceitar, quer a decisão seja positiva ou negativa.

A questão que eu coloco a mim mesma, depois de uma pandemia de fotos de amigos e colegas que ficaram noivos, que casaram ou que foram aos casamentos de outras pessoas, tudo isto em poucos dias, é a seguinte: (palavrão) já tenho 25 anos.

É assustador quando dás por ti e vês que, à tua volta, está toda a gente a dar o nó (alguns, talvez, ali pela zona do pescoço... =P ) ou muito perto disso. É um misto de sensações. Por um lado, percebes que já és adulto e que ainda vives como se fosses um miúdo, e isso é bom, porque o que importa realmente é ter um espírito jovem; por outro lado, é como se fosses ficando para trás. Ainda há uma grande pressão social e familiar, na generalidade, sobre a ideia de, chegando a uma determinada idade, a ordem natural das coisas ser casar ("ajuntar" não, apesar de já ser encarada como uma coisa "aceitável", quanto mais não seja porque é mais barato - assim ao estilo tuga hipócrita), ter filhos e todas aquelas coisas que os nossos pais fizeram, talvez até mais novos do que nós.

Certo é que, para aqueles que decidiram e puderam estudar até mais tarde, e investir numa (possível) carreira, tudo isso fica para mais tarde. Mas ainda assim, não deixo de ter 25 anos e, à minha volta, o círculo de amigos/colegas/conhecidos transfigura-se de uma forma assustadora: para os que já terminaram ou estão para terminar a sua formação académica/profissional, o próximo passo é estabilizar... e isso significa casar e ter filhos. Aqueles que decidiram ficar pela escolaridade mínima obrigatória... já têm família. Se assim não for, lá começam as perguntas inconvenientes do "e para quando o casamento?" ou "com essa idade já podiam 'mandar vir' um menino!" e outras tretas que tais. Continuo-o a olhar para mim ao espelho, e ver que não tenho idade para essas coisas. Respeitem a minha opinião, sim? Não tenho pachorra. Já me basta ver fotos de copos de água, e eu toda fogo-de-artifício por ter comprado uma t-shirt de Star Wars.

Devia ser proibido crescer.

terça-feira, 8 de setembro de 2015

TAG - Certified Bookaholics

Tcharaaaa!! Não sei se gostam ou não de desafios, mas aqui está um. Só que este é especial! Foi criado em colaboração com a C. do O Meu Reino da Noite e o Tio do Cenas do Tio (para quem não sabe, é o Moço ^^ ). E porquê? Porque nos deu na pinha e porque somos, assumidamente, Certified Bookaholics!!


Este TAG não foi criado com regras, por isso acho que cada um pode criar as suas =P Por mim, é só pegarem na imagem do desafio, responderem às perguntas, e nomearem quem quiserem. Eu cá vou nomear as seguintes pessoas:
asminhasquixotadas do As Minhas Quixotadas
Ricardo M.B.B. do contRacapa
S. do Wildflower

E claro, quem mais passar por aqui e gostar do desafio, fachabori de se sentir nomeado também ^^

Aqui ficam as minhas respostas =)

1. O primeiro livro/colecção que te vem à cabeça
Assim de repente, sem pensar, a saga Harry Potter, de J.K. Rowling. Porque sim, tenho sido bombardeada com memes sobre como o filho mais velho do Harry e de outra-personagem-que-não-vou-dizer-por-causa-dos-spoilers ter ido pela primeira vez para Hogwarts no dia 01 de Setembro... e, como sempre, a minha carta continua perdida nos correios... há 13 anos.

2. Um livro que dizes a todos para não ler
Acho que não há nenhum livro que eu diga às pessoas para não lerem. Há alguns de que não achei lá grande coisa, mas aprendi que os que para mim podem ser daqueles livros que nem para usar de apoio de mesa me serviam, para outros podem ser fantásticos. Ou simplesmente tive alguma sorte e ainda não encontrei um livro mesmo muito mau. Excepto O Memorial do Convento... mas esse era de leitura obrigatória, por isso, não conta.

3. O livro mais caro e o livro mais barato que tens (oferecidos não contam)
O livro mais caro foi o Cosmos de Carl Sagan, que me custou 25,24 euros, apesar de cerca de metade desse valor ter sido pago com o saldo acumulado no cartão Bertrand.
O livro mais barato... na verdade foram vários =P Costumo ir a uma feira de usados em Braga, onde consigo comprar diversos livros a 1 euro cada. Mas como tenho de dizer um, então seja o Farpas Escolhidas, de Ramalho Ortigão (uma selecção de Rodrigues Cavalheiro de alguns textos que compõem os 18 volumes de As Farpas, escritas, numa primeira fase, em parceria com Eça de Queirós).

4. Conto de fadas favorito
A Bela e o Monstro, tanto a versão "mais Disney", como a original de Jeanne-Marie lePrince de Beaumont.

5. Top 3 das tuas personagens favoritas (sejam principais ou não)
Não necessariamente por esta ordem:
Levi bar Alphaeus, mais conhecido por Biff (Cordeiro - O Envangelho Segundo Biff, o amigo de infância de Jesus Cristo, de Christopher Moore).
Os gémeos, Fred e George Weasley (saga Harry Potter, de J.K.Rowling).
Jane Eyre (Jane Eyre, de Charlotte Brontë).

6. Top 3 das personagens que menos gostaste (sejam principais ou não)
Não necessariamente por esta ordem:
Sansa Stark (saga A Song of Ice and Fire, do Tio George).
Douglas Tate Barley (As Confissões de uma Adolescente, de Camilla Gibb).
Lord Asriel (trilogia His Dark Materials, de Philip Pullman).

7. Top 3 de lugares que existem só em livros que gostarias de visitar
Arda (da obra de J.R.R. Tolkien)
Hogwarts (saga Harry Potter, de J.K. Rowling)
O País das Histórias (A Verdadeira História de Tom Trueheart, de Ian Beck)
Westeros é um lugar demasiado perigoso.

O País das Histórias, ilustração de Ian Beck (A Verdadeira História de Tom Trueheart, de Ian Beck)

8. Uma personagem que trarias à vida real
Levi bar Alphaeus, mais conhecido por Biff (Cordeiro - O Envangelho Segundo Biff, o amigo de infância de Jesus Cristo, de Christopher Moore).

9. Um livro que te fez feliz
O Guarda da Praia, de Maria Teresa Maia Gonzalez. Foi dos primeiros livros que li e que me impulsionaram para a leitura. Mas para além disso, foi um livro que fez com que me apercebesse do mundo ao meu redor, de um modo subtil mas, ao mesmo tempo, muito profundo. Uma sensação que ainda hoje conservo ao reler as suas páginas.

10. Um livro que te fez chorar
Harry Potter e a Ordem de Fénix, de J.K. Rowling. Acho que todos sabem porquê, e... não vamos falar sobre isso.

11. Um livro que te fez pensar
A trilogia de Os Mundos Paralelos, de Philip Pullman, em especial o terceiro volume, O Telescópio de Âmbar que, dos três, é o meu favorito. Ao início pensava que estes livros seriam um YA com pouca relevância, mas à medida que a leitura foi avançando, a minha opinião foi mudando consideravelmente. Não acho assim tanto que estes sejam livros para miúdos, mas também para adultos.

12. Um livro que te fez rir
Cordeiro - O Envangelho Segundo Biff, o amigo de infância de Jesus Cristo, de Christopher Moore. Este livro também me fez pensar, e muito, mas foi, provavelmente, de todos os que já li, o que mais me fez rir.

13. Pior adaptação cinematográfica de um livro
Decididamente, Game of Thrones. Não quero saber que me digam que sou uma "purista", que uma adaptação é não suposto ser igual, que a história vai dar no mesmo e mais não sei quê. Eu li todos os livros de A Song of Ice and Fire do Tio George já editados (sim, este é o verdadeiro nome da saga, Game of Thrones é o nome do primeiro livro e da série televisiva) e acho que estão a estraçalhar a história. Pronto, não gostei da adaptação.

14. Livro(s) que vais ter que reler
A saga Harry Potter, quando finalmente conseguir comprar o último volume (edição antiga da Presença).
As Confissões de uma Adolescente, de Camilla Gibb
Saga A Song Of Ice and Fire, do Tio George. Um dia, talvez. Se ele não esticar o pernil antes de terminar a história, claro...
Cordeiro - O Envangelho Segundo Biff, o amigo de infância de Jesus Cristo, de Christopher Moore.
E muitos outros... =)

15. Um livro que te vez voltar uma página atrás devido ao choque
A Muralha de Gelo (A Game of Thrones parte II, edição Pt), do Tio George. Li três vezes uma certa passagem, porque não conseguia acreditar que tinha acabado de ler o que tinha acabado de ler. Foi um momento que mais parecia um vácuo no tempo.

16. Um livro que aches que esteja incompleto
Os do Saramago, ou pelo menos O Memorial do Convento, que foi o único que li dele. Falta todo o tipo de pontuação. Ai e tal, mas é a técnica dele escrever. Está bem, mas se for eu, está errado. Para mim, isso é incompleto.

17. Um livro com um final inesperado
The Kitchen Boy: Os últimos dias dos Romanov, Robert Alexander. Só posso dizer que é um livro fantástico em todos os sentidos. Não vou dizer mais para não spoilar o pessoal, mas vale mesmo a pena ler.

18. Um livro que terminou num cliffhanger 
A Estranha Vida de Nobody Owens, de Neil Gaiman, ainda que seja suposto que a história termine em aberto, num momento que faz o leitor quer saber mais.

Algumas ilustrações de Chris Riddell, que podem ser encontradas
em A Estranha Vida de Nobody Owens, de Neil Gaiman

19. Um livro com um final de arrancar cabelos
Drácula, de Bram Stoker. O que é que foi aquilo?! A sério... quero o meu príncipe que "have crossed oceans of time to find me". Não é o Ed. Isso é uma fada. Estou a falar de vampiros vitorianos bem educados, muito chiques e extremamente cruéis, como é suposto serem. Quando cheguei ao último capítulo de Drácula pensei: é agora que vou ter acção, luta e sangue por todo o lado!... nada disso. Vai masé ali para um canto embalar-te contra a parede.

20. Uma citação importante
Sei que vai soar a cliché, mas cá vai.

Citação por Jojen Reed, (A Dance with Dragons, do Tio George).

21. Uma música perfeita para ler
Eu não costumo ouvir música enquanto leio. Mas se escolher alguma, será instrumental, de certeza. Provavelmente, será dos Nox Arcana. Vou aqui deixar a música Calliope, que faz parte de um dos álbuns deles que mais gosto, o Carnival of Lost Souls .

The End

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Random like me #2

Como hoje é segunda-feira, vulgo, o pior dia da semana, decidi alegrar as vossas vidas (e a minha, porque isto vai dar em risota) com factos aleatórios sobre a Je, cumprindo a teoria do egocentrismo que este blog segue.

1. Gosto de dormir.
Para além de gostar muito de gatos, também sou como eles quando se fala em dormir. Eu podia ronhar na cama o dia todo, acreditem. Se há coisa que gosto, é de estar quentinha e aconchegadinha no ninho, a ronhar. Acordar e saber que posso virar-me para o lado e enterrar a fuça na almoçada outra vez... é das melhores coisinhas!

2. Nunca aprendi a andar de bicicleta.
Eu já tive uma quando era miúda, mas com aquelas rodinhas de apoio atrás. Vivia feliz e contente, a pedalar dentro da garagem comunitária do prédio onde os meus pais moram (nem pensar ir para a rua!!). Até que, num fatídico dia, as rodinhas desapareceram. Nunca me consegui equilibrar lá muito bem, e nas curva... já foste! Raspava-me toda naquele chão de cimento como uma profissional. Pouco depois, cresci o suficiente para já não conseguir andar nessa bicicleta, e pronto, acabou a história =P

3. Tenho uma panca por canecas.
Ainda não está científica e patologicamente provado, mas eu sei que a única explicação é ter umas "peças soltas" por aqui, na região cerebral. Eu a-d-o-r-o canecas. Já nem sei quantas tenho, mas são muitas. Muitas, mas não demais. O conceito de demasiadas canecas não existe... Já pedi mais umas de prenda. Eu disse que era patológico =P

4. Fico quase sempre de olhos fechados nas fotos.
E depois tenho que tirar mais. Sou só eu que acho difícil fica imóvel, isso incluindo não mexer as pálpebras, durante uma infinidade de tempo para a foto sair? É incrível como eu aguento com os olhos abertos, e aguento, e aguento... e quando decido dar uma piscadela super hiper rápida... Kachau! Já foste. Ou fico de olhos fechados, ou de um forma muito peculiar que levará aqueles que virem a foto fica com a impressão que andei a fumar umas coisas estranhas à base de "certos fungos".

5. Tenho demasiada preguiça para pintar as unhas.
Juro. Porque se é para as pintar, é para fazer um trabalho bem feito. Normalmente pinto apenas com uma base com um pouco de brilho, e mais nada (não vou para o escritório de unhas pretas, né?). Mas ter que ficar umas duas horas com as gânfias levantadas tipo louva-a-deus, sem poder fazer nada, só para não correr o risco de a unha ter uma marquinha? Não é para mim. (Podem dizer que há vernizes de secagem rápida, eu sei disso, mas secar superficialmente não é a mesma coisa que secar todo o verniz que se tem na unha. Um toque com mais força em alguma coisa, e lá está um risco com a profundidade de uma cratera lunal). Momento ideal para pintar as garras? Quando se está a ver um filme. Mas sem pipocas.

E agora já sabem mais coisas super interessantes sobre mim. Not. E podem sempre dar uma expreitadela ao Random like me #1 aqui. Já sou quase uma celebridade, olaré! Só me faltam as fotos a fazer bico de pato de 5 em 5 minutos no twitter e já sou como a estrábica que é péssima actriz e namorou com o Angélico e cujo nome agora não me lembro.