quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Poopaye 2014... Bello 2015!!

Ontem o dia foi muito atarefado. Entre dormir (de tarde, que de manhã fui trabalhar bem cedo e na noite anterior deitei-me muito tarde), cozinhar e comer, não sobrou tempo para muito mais =P

Começamos as comemorações logo depois do almoço... a ir às compras daquilo que ainda nos faltava para preparar o banquete real. Depois de uma rica soneca, lá fui eu juntar-me ao Moço na cozinha, e só paramos mesmo à hora do jantar. As entradas consistiram no típico marisco, queijos, compotas e o paté do Moço para acompanhar as tostinhas. Seguidamente, comemos uma canjinha quentinha e o prato principal: bifinho de vitela do tamanho de um remo. Para sobremesa, o bolo de pêra dinamarquês que o Moço tanto gosta, bolo de chocolate e bombons. Tudo isto foi muito bem regado com ice tea de pêssego e moscatel do Douro.

Pode parecer-vos uma mesa sumptuosa, esta que vos acabei de descrever, mas por acaso não era. Na verdade, não temos mesa na sala (que foi transformada num quarto e que agora está vago), por isso tivemos que usar uma secretária de estudo para o efeito (não Corina, não temos tábua de passar a ferro! =P ). E afinal, éramos só nos os dois, daí que não valia a pena fazer comida para um batalhão, pelo que nos ficamos por mais coisas mas em pequenas quantidades. Comemos um pouquinho de várias coisas, ficamos cheios que nem abades, e depois fomos para "o ninho" ver tv no computador (porque não temos serviço de televisão) até ouvir o pessoal a mandar foguetes lá fora (porque não temos daqueles relógios que dão as badaladas).
Porra, acabei de perceber que não temos muita coisa... =P

Hoje aproveitamos o dia tem sido para tirarmos algum tempinho de qualidade juntos, e já fomos dar o nosso primeiro passeiozinho de 2015, que teve direito a tartes de maçã em vias de extinção do McD's (pelo que percebi, vão "descontinuar" o produto... e se for verdade, é desta que nunca mais me apanham num ponto de venda desses senhores).

A todos um óptimo ano 2015 com harmonia, paz, guito, trabalho, tartes de maçã e muitos posts!! ^^




* O título deste post está em Banana Language (língua dos Minions). Poopaye significa "adeus" e bello significa "olá" =P

Edit: Afinal, parece que as tartes de maçã do Mc'D não estão em vias de extinção, e foi apenas um grande parvo que decidiu fazer "uma brincadeira". 'Tá certo... vai brincar para o raio que te parta!

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Cogitações no trono #1

Este post não é sobre a saga A Song of Ice and Fire de George R. R. Martin (As Crónicas de Gelo Fogo em português), nem a série... vulgo, fanfiction, da HBO chamada Game of Thrones e que algumas pessoas dizem ser inspirada na primeira. Mas até podia ser.

Devem haver muitos miúdos com nomes do arco da velha actualmente, tendo em conta as adaptações de livros que andam por aí na tv e no cinema.

Este natal, um dos presentes que recebi foi um novo aparelho electrónico, de tamanho relativamente pequeno, cortesia do Moço. Como todos os outros dispositivos que tenho têm nome, este não poderia ser diferente e, em razão do seu tamanho, a primeira coisa que me ocorreu chamar-lhe foi... Kili. (A imagem de fundo do "pequenino" é a Árvore Branca de Gondor envolta na inscrição do Anel do Sauron ^^ ).

Hoje levei o pequeno Kili comigo para a "sala do trono", para me ir entretendo quando estava por lá. E para ele se habituar xD Entretanto, pousei-o na beirinha da loiça sanitária que por ali havia, e ainda estive para chamar pelo Moço, para ter a certeza que o pequenito não se resvalava abaixo de alguma coisa que não devia. Então imaginei a situação: "Oh Moço! Anda cá buscar o Kili!", como quem pede ao progenitor da criaturinha endiabrada para a levar a algum lado.

E foi aí que me ocorreu: nestes últimos anos, deve haver uma quantidade monumental de catraios chamados Kili, e Fili, e Thorin, e Bilbo, e Gandalf, e Harry, e Hermione, e Arya, e Daenerys, e coisas que tais.

Devia ir mais vezes "ao trono" :P

domingo, 28 de dezembro de 2014

Quero levar os meus amigos à Black Friday... ou pelo menos os mais altos xD

Ontem, mesmo antes de cair para o lado com o sono descomunal que alguém que acorda lá pelas 6:45 da manhã sempre tem, especialmente em mini-férias, o Moço lembrou-se de nos pôr a ver vídeos engraçados para nos rir-mos um pouquinho. Como seria de esperar, facilmente a coisa descambou para vídeos idiotas.

Estivemos a ver alguns registos videográficos da agora tão conhecida Black Friday nos EUA.

Pequena nota histórica: Este é o dia seguinte ao Dia de Acção de Graças nos EUA, actualmente coincidente com o início da época de saldos antes do natal. O termo, utilizado para marcar acontecimento negativos desde o séc. XIX, está associado à crise financeira de 1869. Nos dias que correm, a coisa tem mais que ver com a crise de massa encefálica.

Imaginem um cataclismo zombie (não, não vejo The Walking Dead... de todo). Agora imaginem esse mesmo cenário dentro de um shopping. E, em vez de zombies que desejam ardentemente comer um bons cérebros crus, imaginem pessoas a desejar ardentemente comprar tudo o que existe. Em qualquer um dos cenários descritos, há baixas civis.

Entendo que as pessoas que participam nestas actividades queiram apanhar uma boa pechincha e, acreditem, eu também gosto de uma boa pechinchinha. Mas correr o risco de ficar soterrada "nos entretantos", ai isso é que já não quero mesmo nada! Os moços lá nos EUA são completamente chanfrados: mandam portões em chapa para o catano, "amandam-se" que nem gnus pelas lojas adentro, atiram-se para cima dos produtos que querem comprar de tal maneira que os escavacam todos... até pessoal com criancinhas e grávidas pançudas se metem lá para o meio.

Eu não tinha vida para me meter numa coisa dessas. Nem saúde. Com 1,53m e lingrinhas como só eu, ficava debaixo das patas dos gnus melhor e de forma mais mortal que o Mufasa. Mas se algum dia "chegar o dia" da Black Friday à la EUA, já disse ao Moço: convidamos um amigo nosso, que tem praticamente dois metros de altura para um almoço, e pedi-mos-lhe, assim como não quer a coisa, para nos ir buscar um iQualquercoisa super in, que ele, em dez minutos, volta para perguntar pela sobremesa.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

I've been told... #1


Há citações que fazem parte de nós, ou somos nós que fazemos parte delas.

Já tenho declarado, por várias vezes, a minha loucura por livros. Adoro-os. Para uma criança sem irmãos, internet ou tv por cabo, não havia grande coisa para fazer sozinha. E foi aí, depois de uma leitura muito especial, despertei para todos esses mundos de magia. Como sempre, o Sr. Walter Disney tinha razão: há mais tesouros nos livros que em todas as pilhagens de pirata da Ilha do Tesouro. ^^

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Merry everything!

E pronto... o natal está mesmo há porta com as rabanadas e o tronco de chocolate. Por isso, nada de dizerem que estão de dieta e essas tretas todas, e enfardem valente!!



E por isso, aqui fica a única música de natal que gosto (para quem viu o filme P.S.: I Love You com a Hilary Swank e o Gerard Butler poderá ser familiar :P)


E vá... feliz natal! =)

E para "o outro pessoal
Os que fazem outras cenas nesta altura do Natal
Prós budistas não há cristo
Prós hindus é o vishnu
Os judeus fazem o Hannukah
Os fantasmas fazem Bu. Bu. Bu."
(Música de natal da Rádio Comercial 2014).

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Conselhos jurídicos #2

Isto não é bem um conselho jurídico, mas tem a ver com o ofício: "frequentar" serviços públicos. E quando digo frequentar é porque, tendo em conta o tempo médio de espera em alguns deles, passamos lá mais tempo que em qualquer café a dar dois dedos de conversa com um amigo.

Hoje precisei de ir aos CTT e às Finanças. Logo de manhã, mesmo antes de chegar ao escritório, e como já sabia que tinha que ir a esses dois serviços, já andava a fazer contas à vida quanto ao tempo que iria perder nas filas monumentais para ser atendida. Decidi esperar pelas onze horas da manhã para ver o que acontecia (correndo o risco de só conseguir almoçar à hora do lanche.

Nos CTT, tinha apenas umas 4 ou 5 pessoas à minha frente. Nas Finanças (onde precisei de ser atendida em dois balcões diferentes) estavam meia dúzia de gatos pingados, isto é, deserta. Ao todo, fiquei cerca de meia hora nestes dois locais. Normalmente, e apesar de termos um horário flexível, costumamos "frequentar" estes serviços quase como qualquer cidadão que entra cedo ao serviço: bem cedido ou então à hora de almoço/depois da hora de almoço. Esqueçam!! Se tiverem disponibilidade, passem a ir aos serviços públicos a meio da manhã ou a meio da tarde. Mesmo que achem que outras pessoas vão fazer o mesmo que vocês, serão muitas mas muitas mais as que não o farão.

Como disse, não é um conselho jurídico, mas dá jeito para minimizar as horas de espera a olhar para o balão, e maximizar o trabalhinho do dia.

P.S.: Isto não funciona lá muito bem para os serviços da Segurança Social... Se forem para lá, aconselho outra coisa: uma sande ou uma senha prioritária (o filho "piqueno" do vizinho do lado serve =P ).

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Isso a que chamam natal

Toda a gente, na sua generalidade, adora o natal. São as musiquinhas, as prendinhas, o pinheirinho, o diabo-a-quatro. A mim, a época dá-me uns nervos do demónio. É verdade, não gosto lá muito do natal. Gosto da parte das prendas, de dar e receber, mas sobretudo de receber, não vou ser hipócrita. Mas de resto… nhé.

E então Nightwisha Maria, e o espírito natalício, da família, da entreajuda e mais uma data de coisas muito bonitas de serem ditas, mas que nunca dá lá muito jeito de executar?! Pois… é isso. O natal não passa de uma ocasião anual banalizada e um golpe comercial. Detesto ir às compras das prendas porque 1) nunca encontro o que quero; e 2) as pessoas que andam por todo o lado feitas gulosas, prestes a meter este mundo e o outro dentro dos sacos, deixam-me fora de mim. É empurrões, é gritos, é queixinhas, é avareza, é a educação que não têm. Compram prendas caras ou o bacalhau mais gordo para ficarem bem vistas, mesmo que para isso seja necessário deixar um rim na loja ou tirarem o item que prendeu a sua atenção das mãos da pessoa do lado. Enquanto percorremos a via-sacra das compras, especialmente as de última hora, somos presenteados com as musiquinhas que comummente inundam os espaços comerciais e os centros das cidades. As canções são irritantes como a potassa, ou então são tão deprimentes que, se fosse a passear ao lado de um precipício enquanto as ouvia, caía por lá baixo que nem um anjinho. Devia ser proibido colocarem-nas a tocar em locais públicos.

Não tenho espírito natalício. E para além disso, não tenho boas recordações do natal. Lá em casa já fomos, no máximo, seis pessoas à mesa, sendo eu sempre a única criança. A minha única distracção era, e continua a ser, a televisão, mas ao fim de uns vinte e tal anos a ver sempre os mesmos filmes, a coisa torna-se entediante. Não os filmes, mas a situação em si. Continuam a não haver crianças, para além de mim própria, numa mesa agora de três pessoas. Por volta das onze horas da noite, já os meus pais estão a roncar valente no sofá. Se não fossem os mini filmes da Disney que nunca deixarei de gostar e uma outra mensagem do Moço e de amigos, seria o tédio total. Ou o desespero. Assim, à hora de soarem as badaladas para que a família troque votos de felicidade, sou eu e a tartaruga e… espera lá, no inverno as tartarugas estão a hibernar.

Ainda assim, vejo um lado positivo: não há (tantas) discussões, insultos ou gritos, coisas tão características do meu natal. Todos os natais lá em casa tinham o seu quê de páscoa – tempo de martírio e sofrimento. Agora, não há (tanto) disso… a tartaruga também não fala.

Este ano não será diferente. Fico-me pela vontade de preparar a ceia de ano novo, que será passada com o Moço em Braga (se este ano não voltar a ter uma gastroenterite de prenda de revellón). Fizemos o pinheirinho cá, mas apenas porque a minha avó me deu chocolates de pendurar, os quais consistem na sua única decoração (porque eu até gosto de chocolates) a par de uma estrela que tinha no meu quatro e de um presépio muito particular. Se calhar, o meu espírito natalício está só em coma, e não definitivamente morto, como eu normalmente penso.

P.S.: Apesar de ainda não estar a 100%, já estou melhor (já não me grego, ao mesmos :P ). Muito obrigada a todos pelos votos de melhoras ^^

(À esquerda) a nossa árvore de natal muito bem decorada com uma tonelada de chocolates e a minha estrela de estimação lá em cima. (À direita) os presentes que já sabemos quais são.

O pormenor do nosso presépio "especial": a imagem que a minha avó me ofereceu no último natal, porque embora tudo o acima mencionado, eu até gosto de presépios... porque me parecem casas-de-bonecas; e para completar de forma extremamente pessoal, os meus dois Poros, que aqui fazem de burrinho e vaquinha. (Para que ache que é sacrilégio, há quem coloque o Batman no presépio, por isso, colocar Poros é igualmente válido ^^).