terça-feira, 10 de abril de 2012

São... luvas =P

Hoje estou aqui para falar de um problema pessoal: os meus dedinhos. Não, não tem nada a ver com porcalhices, ok? A verdade, é que desde já há uns anitos, me tem aparecido uma coisa estranha nas mãos e nos pés, quando o tempo começa a aquecer um pouquito. No primeiro ano que tive isto apareceu-me nas mãos, e nos seguintes sempre nos pés, no dedo pequenino do pézinho direito. Aquilo chegava a ficar um coto todo vermelho e esmirradito. Este ano voltou às mãos com a força toda.

Quem me conhece sabe que não posso ver borbulhinha ou coisinha equivalente que seja, sem me meter as unhas e espremer até mais não. O equizema em questão (é isso que a médica acha que seja) consiste numas bolhinhas muito pequeninas, que parecem bolhas de águas, mas não são. O líquido em questão, ao resumir, faz alastrar o que quer que esta coisice seja. Depois de muito coçar, tentar todos os cremes possíveis e imaginários, aquilo a ficar cada vez pior e bastante desespero à mistura, o meu dedinho mais atingido estava quase em carne viva. Então toca a ir à médica de família descobrir (finalmente!) o que me anda a dar cabo do juízo.


E à conta disso agora não posso lavar a loiça como uma pessoa normal. Não é que eu goste sequer de lavar a loiça... mas especialmente esta semana, que a Crikes ficou na terrinha dela com gripe, tenho que lavar a loiça sempre depois das refeições (que eu não gosto de deixar a badalhoquice gastronómica acumular de um dia para o outro... ou de segunda para quinta-feira... as minhas pêgas também sabes do que eu estou a falar). Graças a esta coisice no dedo, já lavava a loiça com luvas daquelas que os médicos usam nos hospitais, mas a médica diz que não pode ser. Por baixo dessas luvas, tenho que usar umas outras de algodão.

Assim sendo, fui ao único lugar que sabia que essas luvas estavam à venda: na loja dos chineses. Não vou, por ora, falar da não pseudo invasão chinesa sobre a qual a impressa não quer ou não pode porque ainda existe censura, perdão, lobbies, or what you will. Isso fica para outra altura, sim Alex? A questão é que se pode ler o seguinte na embalagem: "Estas coisas pequenas couberam todo o tamanho", e logo mais abaixo "E psiquiatra para trás para carreg fácil". Não faço a mínima do que possam querer dizer aqui. Só sei que agora, para poder lavar a loiça, tenho que conseguir pôr um dos pares de luvas dentro das outras, e tenho para mim que, aquilo é tão difícil e absurdo, que é um sinal divino para não lavar coisa nenhuma.

Para finalizar, os fulaninhos de olhos em fico podiam, ao menos aprender português correcto, já que
querem ser os donos disto tudo. Assim, nenhum português pode alegar que não percebeu a ordem que recebeu do seu dono, ai perdão, patrão chinês.

P.S.: Oh Crikes, põe-te boa masé!! ^^

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Quem fala demais... devia... ai pois devia!

Esta tarde, em mais uma viagem de autocarro de Viana para Braga (que pelo que me disseram na Estação, a greve dos palhaços dos maquinistas vai prolongar-se até ao dia 18 deste mês... --'). Obviamente que passei o tempo todo a ouvir música no mp3 nas quase duas horas e meia que demorei para chegar a casa. Naqueles segundos que separam umas música da outra, ouvi coisas medianamente interessantes... como vocês já vão ter oportunidade de saber.

No banco atrás do meu, ao fim de algum tempo de viagem, sentaram-se um rapaz e uma rapariga. Apanhei partes da conversa deles, entre as quais algo como isto:

Rapaz - Estava eu a ir para o teste e ele disse-me para guardar aquilo e depois lhe dar, que a seguir ia ele fazer o teste.
Rapariga - E tu?
Rapaz - Sim.

Conclusão, o mocito fez a prova num computador e depois ou guardou o seu exercício para dar a outros. E a isto chama-se fraude. Mais à frente ele falou de distribuírem disquetes pelos caloiros. Aí, o óbvio tornou-se mais que óbvio: LEI (Licenciatura em Engenharia Informática). Ainda pensei que o rapaz pudesse ser daqueles cursos que são integralmente leccionados por power-points, como diz o stor Rocha, mas era mesmo LEI, tal como imaginei inicialmente. Umas músicas após esta belíssima confissão, o moço adiantou outra:

Rapaz - Um dia eu e a Cecília (ou coisa parecida, não sou boa com nomes, de todo...) fizemos para aí uns sete testes cada um. Eu fiz tantos créditos àquela cadeira...!!

E por incrível que pareça, o fulaninho estava a dizer aquilo todo satisfeito, como se fosse a "cena mais fixolas" do mundo. Na sua mente limitada de engenheiro de LEI, era o melhor da aldeia dele. Muito bonito, sim senhora...!! Um conselho o pahzinho, da próxima vez que estiveres a contar as tuas proezas mais excelsas e das quais tens mais orgulho, tenta ver se à volta há alguém prontinho para te f*der, bem lá no fundo, pelo c* acima. Juro que fiquei com vontade de espetar um bilhete na tromba do gajo. Aquilo foi gozar claramente com a cara de quem dá o litro e o resto do bidão para ter uma boa nota no teste, ou pelo menos uma que seja razoável para passar.

Era muito bem feito que na próxima vez que abrires o portão da doca para contares essas tuas façanhas esplêndidas, alguém ouvisse e te desse uma boa lição. E fosse fazer queixa. Mas diga-se, há stores que não dá para entender: com uns, uma pessoa nem pode expirar que já estão prontinhos para nos anular o teste, com outros, nem mesmo debaixo do nariz, dos olhos, dos ouvidos e do resto do corpo, eles reparou (ou querem saber, ainda não decidi), o que povo está a fazê-los de parvos. Enfim...

domingo, 8 de abril de 2012

Vieux saveurs

Esta tarde, depois de um extenuante estudo de Processo Penal, decidi arregaçar as mangas e fazer um bolito para a sobremesa. Não foi nada demais, daí que nem necessito de deixar receita por estes lados, já que a delícia que confeccionei limitou-se a ser um bolo de chocolate de esponja, do mais simples que há. Ainda assim, pus a minha mais recente arma secreta nos bolos do chocolate: umas pinguinhas de aroma de baunilha. Fica diferente e muito saboroso. Podem experimentar, é sucesso garantido (a não ser que não gostem de baunilha... =P).

Quando o docinho já estava no forno, fiz a segunda parte da receita: comer o que sobrou da massa do bolo. Sim, um dia destes ainda me dá uma desinteria, já sei. Mas como isso nunca aconteceu, e eu já levo um grande historial destas andanças, continuo a tentar a minha sorte, algo que não é apenas genuinamente português, como também humano. Obviamente que, depois da proeza descrita, fiquei com sede e fui logo direitinha ao frigorífico quando a minha mãe me disse que me tinha comprado iogurtes de bebe com sabor a framboesa. Para quem já segue este meu bloguito há uns tempos, bem sabe que eu adoro framboesas, e onde já relatei o meu encanto pelo fruto em questão. Descobri ainda, em conversa com a minha mãe, que a mercearia onde a minha avó me comprou framboesas há uns valentes anos atrás ainda está aberta, para grande espanto meu.

Fiquei em pulgas, literalmente, para provar o dito iogurte. E quando o fiz... pareceu que a minha infância, tal como a recordação das framboesas na mercearia. Aquele sabor era meu velho conhecido. Não sei se chegaram a comer daqueles iogurtes espanhóis com rótulo azul escuro que eram vendidos às dúzias se não me engano, e que se podiam adquirir em qualquer loja dos trezentos na década de 90. Sim, para aqueles que podem achar estranho ou não se lembram, naquela altura as referidas lojitas eram abastecidas por Espanha e, no meio de brinquedos, coisinhas para a casa e uma data de bujigangas que nunca conseguimos descobrir para que serviam, também haviam os iogurtes de comer, de todos os sabores possíveis e imaginários. Um dos sabores, tenho a certeza, era o de framboesa, igualzinho ao que senti ao beber o iogurte líquido de hoje. Acredito, pois, que o fornecedor ainda seja o mesmo, mas abasteça pessoa diversa de há uns quinze anos atrás.

Segundo a minha mãe, esse iogurtinhos ainda existem, no LIDL, mas com outra embalagem. Um dia ainda vou lá a trago uma carrada monumental deles. Sabem-me à minha infância... e isso basta para me fazer feliz =)

sábado, 7 de abril de 2012

Porque já era tempo de aprender...

Antes do jantar estive a assistir a um programa o qual já tinha visto a apresentação mas não propriamente a coisa em si. É mais um género de reality show em que uma mulherzita ensina os pais americanos mais controladores e obcecados de todos os tempos a aprenderem a não pôr os filhos numa redoma de vidro para sempre. É daquele tipo de gente, como a mãe do episódio de hoje, que não deixa as filhas passear os cães à rua, ir comprar coisas à mercearia mais próxima, cozinhar ou ir para a escola sozinhas. As mais novas nem sequer sabiam trancar a porta de casa...

Pois bem, isto tudo fez-me lembrar a minha vida antes de ir para a universidade. Cheguei lá sem saber cozinhar, ligar um fogão, pôr um ferro de engomar a funceminar e usá-lo, mexer numa máquina de lavar roupa, e coisas que tais. A melhor coisinha que sabia fazer era limpar o pó e varrer, talvez mais do que muitos podem almejar. De um momento para o outro, tinha uma casa para tratar. Na altura quem cozinhava para todas era a santa da Sandrinha, a casa ia sendo limpa por todas e a máquina de lavar roupa não funcionava, daí que também não a usávamos.

Um dia vi-me sozinha em casa, sem comida feita. O que é que eu fiz? Liguei à Sandrinha a perguntar como se fazia arroz e fui ao msn perguntar a alguém como se temperava um bife. Foi a minha primeira aventura culinária, e devo dizer que ficou bem bom. A Sandrinha depois telefonou como tinha corrido a coisa... Com certeza estava com medo que pegasse fogo à cozinha, o que era legítimo. Pouco tempo depois acabou o meu primeiro ano lectivo e mudei de casa, um local onde ninguém ia fazer nada por mim. Agora faço as minhas próprias refeições, mesmo que nada sofisticadas, e não me cai nem unhas ao chão nem parentes à lama. Às vezes queimo-me... mas faz parte.

Quanto a limpar a casa, agora temos senhoras para fazer isso por nós. Aleluia! Que caso contrário ainda havia de ser pão bolorento por todo o canto e esquina (as minhas pêgas sabem do que eu estou a falar =P). Relativamente à roupa, agora é lavada lá, que a Carla ensinou-me a mexer no trambolho antes de se ir embora, e ainda na válvula para se mudar a garrafa do gás. Também já domino o ferro. Quando o levei para Braga nem sabia por onde se pegava. Depois a Micas passou a usá-lo e explicou-me o que fazer com aquilo. Felizmente raras são as vezes que o uso, que eu apanho logo a roupa mal seca, dobro-a muito bem dobradinha, e é só meter no armário. Mas há sempre uma ou outra peça que necessita de ser engomada, coisa que também já sei fazer.

Resumindo, estou uma quase fada do lar, porém ainda muito preguiçosa para o ser verdadeiramente. Ainda assim, ninguém cozinha por mim ou faz as tarefas que me competem. Posso ter falta de vontade para mexer o rabo do sofá, o que ainda vai acontecendo algumas vezes, mas não tenho escravas. Até já aprendi a pôr o quadro da luz como deve de ser depois da mesma ir abaixo e se atirar para o meio do chão. E quando não sei o que fazer, já não me dá o panicanço fora de horas e tento desenrascar-me o melhor que conseguir. É certo que a minha mãe me podia ter posto a fazer as tarefas de casa há uns anos atrás, mas ela tinha medo que me cortasse com as facas ou que me queimasse com o ferro. Eventualmente acabei por aprender tudo isso com a ajuda de colegas e amigos, ou mesmo sozinha, daí que penso que não foi nada de grave, excepto das figuras de ursa das quais era protagonista.

Sim, podia ter chegado à universidade e já saber tudo isto que vos descrevi, todavia, se calhar não teria o mesmo impacto e importância que teve ao aprender mais tarde e fora da redoma em que muitos de nós fomos metidos enquanto crianças e adolescentes. Por tudo o que me ensinaram com palavras, aprendi mil vezes mais a fazê-las muitas vezes sozinhas. Pensar que uma criança ou adolescente é uma criaturinha burra e que não consegue alcançar o que quer que seja por si própria é uma grande arrogância por parte dos mais crescidos. Sei disso agora, e espero não cometer o mesmo erro quando for mãe. Ou pelo menos assim o espero. E já agora, um muito obrigada a toda vocês que contribuíram para que me tornasse uma dona de casa aceitável, e ao foufinho também =P


P.S.: O programa em questão chama-se Worst Mom Ever, e é transmitido pelo TLC. A senhora acima é a "professora da pais neuróticos", e o seu filhote =)

sexta-feira, 6 de abril de 2012

No tobacco use, please

Ontem à tarde tirei um pouco do meu tempo para estar com a Sister mais uma vez. Uma pessoa tem que aproveitar todos os bocainhos que aquela desnat(ur)ada vem à terrinha, que o tempo e o dinheiro não o possibilita mais vezes. Não, não desesperem, que não estou aqui para relatar mais uma tarde de nerdice fora de horas que aqui estou hoje, mas para falar de uma peripécia que nos aconteceu e que me deixou afectada no verdadeiro sentido da palavra.

Fomos dar uma voltinha para o shopping da terrinha, como já é nosso costume, até porque ela queria comprar um ovo da páscoa do Noddy para dar ao afilhado. Não encontrou. Para além disso, tivemos a passear pelas lojas de livros por tempos infinitos, enquanto nas lojas de roupas demorávamos apenas escassos minutos. Uma pessoa tem prioridades... Algures a meio da tarde, ela decidiu tomar um cafézito e abancamos num dos vários lugares para o efeito. Mal me alapei numa das cadeiras do local, tive uma vontade horrorosa de vomitar. E porquê? Porque dentro do centro comercial, num local sem paredes estava uma boa quantidade de pessoas a... fumar.

Não sou fumadora, e para os que me conheces, sabem que tenho vários problemas a nível respiratório. O fedor do tabaco para mim é como uma refeição fora do prazo: vá-me a volta ao estômago e uma vontade terrível de vomitar. Quando ainda era caloira, uma boa parte das pessoas que me rodeavam eram fumadoras, naqueles saudosos tempos em que toda a gente se dava com toda a gente. Comecei a tolerar o cheiro, porém, nunca me senti realmente bem com ele. Ao cabo dos restantes anos de curso, raras foram as vezes que voltei a contactar com o dito, e deixei de o poder suportar como o fazia antes. Ainda assim, não sou contra os outros fumarem, apesar de achar que isso é um pouco estúpido. Gastar o pouco dinheiro que se tem numa coisa que nos faz mal à saúde e nos vicia de um modo nada positivo não me parece um acto lá muito inteligente. Mas cada um sabe de si e eu não tenho nada a ver com as escolhas dos outros.

O pior é quando começam a atentar contra a minha saúde física e mental. Num café que não devia ter mais de quinze metros quadrados, num shopping fechadíssimo e logo perto da zona do cinema, estavam pelo menos três ou quatro pessoas a fumar. De um lado estavam três rapazes a beber as suas cervejitas e do outro duas mulheres e uma menina. E nós mesmo ali no meio de ambos os grupos. Só o facto de estarem a permitir tal coisa num sítio sem extracção de fumo e sem maneira de se ir para o exterior já me chocou, mas o mais ridículo foi ver uma avó a fumar mesmo "debaixo do nariz" da neta de cinco ou seis anos, sem se preocupar com a saúde da rapariga. Isso, e do lindo exemplo que lhe estava a passar. Daqui a uns dez anos, e creio que não me vou enganar, a mesma miúda, já adolescente, aparece com um maço de cigarros em casa e a avó extremosa vai dar-lhe na cabeça por isso. A resposta vai ser algo como "se a avó fuma, não tem moral nenhuma para me proibir a mim!", com aquele nariz empinado que todos nós temos ou já tivemos com aquela idade.

E pronto, grassas ao civismo daquelas pessoas com as quais estava a dividir o ar, tivemos que ir conversar para outro lado, que eu já revirada os olhos nas órbitas e tinha que pôr o lenço na frente da boca e do nariz para não me gregar toda já ali. Eu não sei quanto a vocês, mas pessoas deste calibre a mim dão-me vontade de ar correr a todas com duas bofetadas a cada na focinheira... --'

quinta-feira, 5 de abril de 2012

TAG - Mais um desafio aqui para a menina =)

Pois é, fizeram-me mais um desafio. A Xs do Até aos cem, que têm novo cantinho na net, fez questão de me presentear com o que seguidamente vos apresento:

Regras:
1. Criar um post e responder às questões de quem te deu a TAG no post;
2. Criar 11 novas perguntas diferentes para passar adiante;
3. Escolher 11 bloggers para dar a TAG e colocar o link dela no post;
4. Ir para a página das bloggers seleccionadas e dizer-lhes que foram taggadas;
5. Não se pode taggar a blogger que nos indicou a TAG

Perguntas da Xs:

1. Costumas fazer planos para o futuro? Quais os que estabeleceste a curto/médio prazo? Sim, quero acabar o curso este ano e seguir para mestrado no próximo. Quero arranjar emprego o quanto antes e ir viver com o meu foufinho numa casinha só nossa.

2. Numa palavra, define o teu dia-a-dia. Extemporâneo.

3. Revela um hábito/mania que tens diariamente. Beber leite pelo pacote, mesmo quando a minha mãe dá pinotes por causa disso... =P

4. Como te defines a nível pessoal? E a nível profissional? A nível profissional sou um pouco obstinada, talvez demais. A nível pessoal sou... privada. Lol!

5. Indica (cidades): A tua terra; onde moras, onde trabalhas. A minha terrinha mai' linda é Viana do Castelo, e estudo em Braga. Moro em ambas as terras =P

6. O que tencionas mudar em breve na tua vida? A minha morada permanente, só para começar.

7. Queres ter dois filhos. Para além de teres um deles biológico, optavas pela adopção para o outro? Se não conseguisse ter o segundo, sim. Mas esta é a minha opinião neste momento, não sei se mudaria no futuro.

8. Fazes uma lista de refeições para a semana inteira? Cumpres a lista? Às vezes sim, e cumpro, mas é aceitável uma pessoa trocar a ordem das refeições aqui ou ali... =P

9. Como é para ti, um serão bem passado? Sem fazer nenhum de relevante, com as pessoas que me fazem rir.

10. O que mais gostas na vida? Tanta coisa... se me pusesse a dizer tudo, não saía daqui.

11. Qual a tua opinião sobre mim, do que me conheces pelo blog? Gostava bastante do antigo, que ainda não vi o novo (vou ver quando acabar este post). Ria-me à prava, isso posso garantir ^^

Creio que mais nenhum de vocês me lançou este desafio, e se o fizeram, eu cá não recebi nada, daí não ter respondido. Por conseguinte, e continuando a minha missão, aqui vão as minhas perguntas:

1. Gostas de cozinhar? Quais são as tuas especialidades?
2. Qual é o teu pior defeito e melhor qualidade?
3. Se fosses um Estrumpfe, qual serias? (Podes inventar um ser azulinho novo, não tem que ser um que já exista, tu é que decides)
4. Se te dessem a possibilidade de fazer algo importante pela humanidade, o que farias?
5. És mais pelas(os) morenas(os) ou pelas(os) leiras(os)? E porquê? E já agora, onde é que ficam as ruivas no meio disso tudo?
6. És daquelas pessoas que cusca ou aquelas pessoas sobre as quais os outros cuscam?
7. Vamos voltar à infância e ao que dela nos marcou. Se fosses uma princesa ou um príncipe da Disney, escolhias qual e porquê?
8. Qual foi a última partida do dia 1 de Abril que fizeste? E que te fizeram a ti?
9. Conta-me uma coisa que eu não saiba =P
10. De que cor são os teus olhos? E já agora, se eles pudessem, diriam o quê?
11. Gostavas de conhecer a minha pessoa? (Nada egocêntrica, eu =P)

E para terminar... os blogs aos quais vou passar este desafio. E os nomeados são... :

Heartless, do Arkangelicus, The Blog
Inês Chocolate, Muralhas do meu castelo
Nerwen, A Wings Tale
Veronica Mars, A Menina (IM)Perfeita
Isabel Lima, do Sim, sou esquerdina! 
Poison, do Venero Agridoce
almond-girl, do Virtualy Insanity
...e o último é de quem o apanhar! ^^

Divirtam-se =D

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Wellcome home Teddyzinho! ^^

Finalmente, estou de voltaaaaa!! Desconfio bem que alguns de vocês devem ter pensado que eu tirei licença sem vencimento e que não ia voltar tão cedo. Como o meu foufinho vos explicou no seu  Arkangelicus - The Blog, tive que entrar em férias blogosféricas forçadas.

Como alguns já devem saber por acompanhar o meu cantinho, o meu Teddy, o meu portatilzinho, não andava muito bem de saúde. Chegou ao ponto das dobradiças se partirem todas, assim como os cantinhos que as rodeiam. Aparentemente pelas informações que me deram, é a única falha dos ASUS. Mais tarde ou mais cedo, as juntas acabam sempre por partir, o que é uma pena porque o computador é uma boa máquina. Ainda que fosse uma coisa para o rasca, é o meu portátil e eu cuido muito bem dele, mesmo que pensem que não por ter chegado ao ponto que estava.

Até doía olhar para a fita-cola de contacto que tinha à volta das dobradiças, para ver se o Teddy se ia aguentando mais um pouquinho. Agora sem a fita, nem parece o mesmo =P Como já não dava para continuar assim, o meu bebé foi ao curandeiro (que nas lojas diziam-me que não havia nada a fazer... Pois, o que eles queriam sei eu) e voltou "mais apresentável". Pena é que duas teclas estão meias encravadas. Tenho que fazer uma força horrorosa para conseguir escrever os seus caracteres, mas nada que uma nova aprendizagem não cure.

Aparentemente tive muitíssima sorte, que se continuasse assim, ia partir-se todo por dentro e não chegava ao próximo natal. Podia nem chegar ao verão. O meu pai fartou-se de me dar na cabeça, já que não entendia como era possível eu fazer uma coisa daquelas ao computador, quando eu sou uma pessoa super cuidadosa (apesar de saber que a culpa não era minha, não deixou de fazer tempestade...), até que a minha mãe me perguntou se não andou alguém a mexer no Teddy. Provavelmente não, mas eu cá não ponho as mãos no fogo por ninguém, e numa casa de estudantes, onde entra e sai muita gente, nunca se sabe. Sinceramente, já passou, e ao cabo de quase um ano em vias de se desmontar todo, o meu portatilzito está de volta quase operacional. Não sei o que faria sem ele, com a quantidade de trabalho e documentos preciosos que aqui tenho (apesar de ter feito backup de tudo, é sempre o nosso menino).
Resumindo, wellcome home Teddyzinho! ^^