sexta-feira, 9 de março de 2012

Quem quer mais desafio, quem quer?! =P

Hoje seria suposto contar como correu o meu jantar de ontem, com colegas de curso e não só, porque afinal foi o dia de todas as meninas =) Mas entretanto colocaram-me mais um desafio, e eu claro, não sou pessoa de dizer que não!  Quem me passou o mesmo foram a Poison, do Veneno Agridoce, a almond-girl do Virtual Insanity, e o foufinho, o Heartless, do Arkangelicus. Aqui vão as regras da coisa:
  • Escrever 11 factos aleatórios sobre nós próprios;
  • Responder às perguntas que foram propostas e criar 11 novas perguntas para as próximas pessoas;
  • Escolher as próximas pessoas e colocar o link;
  • Ir à pagina delas e dizer que lhes foi proposto este desafio;
  • Nada de tags de volta;
  • Postar o conjunto de informações relativamente ao que o desafio consiste;

11 factos aleatórios sobre mim:

1. Sou parente de duendes ou coisa que o valha. Tenho 1,53 m...
--'
2. Gosto de beber leite pelo pacote. E a minha mãe passa-se da caçarola comigo por causa disso.

3. Adoro escrever.

4.
Gosto imenso de fazer bolinhos e coisinhas doces ^^
5.
Sou Gógó (legenda: gótica)
6. Tenho dois Estrumpfes no porta-chaves, uma menina e um menino, daqueles que vinham no Happy Meal.

7. Adoro dormir. Muuuuitooo!

8.
Não sei andar de bicicleta.
9. Sou filha única.

10. Tenho uma tartaruga completamente chanfrada da carapaça chamada Ozzy.

11. Tenho um péssimo sentido de orientação.


Perguntas da Poison:

1. Profissão? Estudante de Direito.
2. Filme Favorito? Tenho vários, mas os clássicos da Disney foram aqueles que mais me marcaram.
3. Que música te inspira? Música de boa qualidade.
4. Quando me irrito, só acalmo se...! Se tiver muita sorte! xD
5. Fantasia sexual? Não é para dizer!! Já queres é saber demais pah....! =P
6. Doce ou salgado? Doce!
7. Primeira coisa que fazes ao acordar? Pensar: já?!
8.Qual o teu maior vicio? Gostar de não fazer nenhum todos os dias =P
9.Cidade de eleição? Londres.
10. Cabelo curto ou comprido? Comprido, sempre.
11. Bebida favorita? Ice Tea.

Perguntas do Heartless: 
Já roubaste algo? O coração das pessoas conta?! xD
Momento mais marcante da tua vida? Provavelmente quando nasci =P
Qual a tua característica negativa principal? Sou extremamente preguiçosa.
Se pudesses reviver um ano da tua vida, qual seria? Nenhum, acho eu.
Qual é a forma de arte que mais aprecias? A escrita.
Conheces-me pessoalmente? SIM!
Qual o meu pior aspecto? Roncas?! xD
Qual o teu monstro mitológico favorito? (não vale dizer dragões) Dragões xD
Qual é a primeira memória que tens? O natal de 1992, não sei porquê =P
Qual o primeiro livro que leste? Não faço a mínima ideia...
Qual a tua cultura favorita? Celta.

Perguntas da almond_girl:

1. Que música tens na cabeça neste momento? Nenhuma, por acaso.
2. Qual é o/a blogger com quem gostavas de marcar um jantar um dia destes? A Corina ou a Nerwen.
3. Qual o teu número de sapato? 35... --'
4. Qual é a cor das cuecas que estás a usar (se estiveres a usar)? E se eu não disser?! xD
5. Qual é a tua princesa da Disney preferida? Belle.
6. Como foi o teu primeiro beijo? Nada do que eu estava à espera =P
7. Qual é o teu snack preferido? Chocolate.
8. Onde está o Wally? Está aquiiiii!!
9. Que superpoder gostavas de ter? Gostava de poder voar.
10. Se a tua vida desse um filme, quem é que o ia realizar? Alguma pessoa com um imenso talento, mas que ainda não foi descoberto.
11. Que música vai tocar no teu funeral? Sinceramente, não vou estar viva para saber =P

E agora, aqui vão as minhas perguntas:

1. Qual(Quais) é(são) o(s) teu(s) livro(s) favorito(s) e porquê?
2. Estás onde realmente deves estar, ou deverias estar noutro sítio qualquer? E onde?
3. Qual o momento bebedeira mode: on mais memorável que te lembras? Pode ser teu ou de outra pessoa, mas tens que o ter presenciado.
4. Qual é o nome do(s) teu(s) animais de estimação?
5. Qual é o teu maior medo?
6. Qual é a tua cor favorita?
7. O que vês quando olhas para o tecto?
8. O que é que queres ser quando fores grande?
9. Com o que é que sonhaste na noite anterior?
10. Qual foi a última coisa que acabaste de fazer?
11. És fã de desporto, ou és preguiçoso(a) como eu?
E assim, passo este desafia a...
Inês Chocolate, Muralhas do meu castelo
Nerwen, A Wings Tale
Xs e XL, Até aos 100
Veronica Mars, A Menina (IM)Perfeita
Isabel Lima, do Sim, sou esquerdina!

Quero ver essas respostas respondidinhas, sim?!?!! ^^

quinta-feira, 8 de março de 2012

George Martin em Portugal

Soube agora mesmo que George R. R. Martin vai estar no nosso país por uns dias no próximo mês para sessões de autógrafos, em Lisboa e no Porto. A tour será, essencialmente, para promover o próximo livro a ser publicado pelo autor em Portugal, um spin off de As Crónicas de Gelo e Fogo, intitulado O Cavaleiro de Westeros & Outras Histórias. Já seria de esperar que ele não fosse a mais lado nenhum do que estas cidades, mas o que me põe mais nas horas é saber que ele acertou mesmo mesmo mesmo em cheio para escolher o dia em que vai estar no Norteshopping... --'

Para aqueles que não sabem, incluindo o senhor Martin, nesse dia eu tenho um teste parcelar a uma cadeira do 4.º ano. Sim, tenho um teste e vocês vai andar a dar autógrafos a outras pessoas e nenhunzinho que seja à minha pessoa, que leio os seus livros desde a edição do primeiro volume em português de As Crónicas de Gelo e Fogo, lá pelo ano de 2007. Deve ter sido um dos primeiros seres extremamente consideráveis que leu a sua obra e adorou do início até ao fim.

Hoje em dia toda a gente gosta do The Game of Thrones, porém nem toda a gente conhece sequer o A Song of Ice and Fire. É uma coisa que me irrita ligeiramente, confesso. No nosso país a onda de fãs só expludiu com a série, que os livros não eram assim tão conhecidos como isso, excepto em círculos mais restritos e por aqueles que se dedicam sobretudo à leitura de fantasia, como eu. Mas pronto, nada contra, só que é super estranho ver e ouvir toda a gente a falar que a saga é espetacular e mais não sei o quê, quando eu já a conheço há anos e há anos que falo que vale a pena lê-la, e ninguém me ligou puto. Foi preciso a HBO fazer uma adaptação para televisão para ser fixe gostar de George Martin e a sua obra.

E sim, estou irritada por não poder ir. Só por causa disso o homem devia fazer uma viagem de propósito à minha casa para me assinar os livros todos, os marcadores que vêm nos livros, e oferecer-me uma tonelada de merchandising, a começar por um mapa daqueles todos XPTO fantásticos, uma t-shirt e uma bandeira da Casa Stark, e um ovo de dragão (só digo isto: lindo!). Ainda assim, o foufinho diz que não se importa de ir lá por mim para ter os autógrafos a que tenho direito. É mesmo querido ele, ir lá de propósito para me assinarem os livros, que ele nem quer um para ele! Vamos fazer figas para que tudo corra bem: que o senhor Martin não tenhz uma desinteria e acabe por não aparecer, e que o meu teste de DIP corra bem (este último não tenho tanta certeza =P). Nem tudo está perdido!! ^^


Para os interessados, o programa da tour é o seguinte:

18 de Abril
Teatro Villaret, Lisboa, a partir das 18h30 – Sessão de apresentação de O Cavaleiro de Westeros & Outras Histórias” e pré-venda exclusiva do livro com sessão de autógrafos (entrada livre).
19 de Abril
Evento Syfy: Ante-estreia do 1.º episódio da 2.ª temporada de Game of Thrones numa sala de cinema em Lisboa (por definir) – 21h seguida de sessão de perguntas e respostas com autor (entrada limitada).
20 de Abril
Sessão com fãs na Fnac Norteshopping, Porto – 19h com sessão de autógrafos limitada a 2 livros por pessoa (edições SdE).

terça-feira, 6 de março de 2012

Dura Praxis Sed Praxis

Tal como disse ontem, hoje voltei a usar o traje para praxar, infelizmente só um pouquinho. Se é verdade que sou representante de curso e que tenho que estar presente em todas as aulas, sobretudo naquelas em que espero que determinada docente me empreste um livro para eu "ir passear com ele", também não é mentira que não gosto de fazer figura de palhaço. Mas já lá vamos.

Para começar, gostaria de esclarecer algumas pessoas que pensam que o traje significa praxe. Isso não podia estar mais errado. O traje, seja de que academia for, é um símbolo dessa mesma instituição, sendo que pode (não, deve!) ser usado por todos os seus alunos, sendo que nenhum é obrigado a trajar. Claro que os objectores de praxe não poderão praxar de todo em todo, mas isso não invalida que vistam o símbolo da sua universidade, "sendo prova de uma incrível falta de Academismo pretender que deva ser usado apenas em determinados dias, ou em ocasiões consideradas especiais". Porém, sim, para se praxar é necessário estar-se trajado. E correctamente trajado, já agora.

O ano passado, como estudante do terceiro ano, foi o meu ano por excelência para praxar, apesar de que o posso fazer agora. Mas o respeito pela hierarquia conta para os dois lados, e visto que o meu tempo já passou, é altura para dar lugar aos que se seguem. Ainda assim, durante um dia por ano lectivo, os alunos com quatro matrículas tem o seu dia exclusivo para praticar actividades praxísticas com os novos caloiros, acontecendo o mesmo com aqueles que têm cinco matrículas (ou mais =P). Ou seja, hoje de manhã acordei mais cedo para ter a minha hora e meia de praxe, que infelizmente de tarde tive reunião do Conselho Pedagógico da Escola de Direito, e não podia mesmo faltar por razões mais que óbvias.

Cheguei lá e pronto, pedi saudação, brinquei um pouco com eles, mandei umas piadas e fiz umas coisinhas mais leves, porque convenhamos, acaba por não ter a mesma mística praxar caloiros que já têm doutores para aturar todos os dias, e que nunca nos viram em lado nenhum. Foi estranho, confesso. E infelizmente, como já disse, não tive muito tempo para fazer o que quer que fosse, sobretudo quando o sectarismo e o elitismo retornam às actividades em causa. É uma prática habitual, e acaba por existir em todo o lado, mas mesmo assim é super chato vermo-nos separados em dois grupos: os caloiros de primeira, a elite da praxe, que mais tarde são os doutores de primeira; e os outros, os caloiros de segunda, que não saem à noite com os doutores, não apanham bebedeiras com eles, não executam "privacidades" com eles, e que acabam como doutores de segunda.

Lembro-me que quando comecei a praxar, o meu padrinho me disse "afilhada, tu foste uma boa caloira, também vais ser uma boa doutora, eu sei que vais". E foi com isso no espírito que sempre trajei e praxei. As opiniões dos demais que achavam que eu não sabia praxar, pouco me dizem, mas não deixam de me deixar nas horas, quando quem o faz são os ditos de primeira. Que se lixem, se são felizes assim, que sejam, que eu também sou à minha maneira. Bem sei que a minha praxe era um pouco mais pesada, contudo, nunca fui pela tradição de benesse, nem para favorecer os meus, já que assim impus respeito. E que respeito! Tenho três afilhados, dois meninos e uma menina, nem mais nem menos. Não tive que escolher entre ninguém e apadrinhei aqueles que acharam ser eu aquela em quem confiar na sua vida académica. E isso enche-me de orgulho.

E aqui está a minha família académica, no baptismo académico: eu, em grande plano aqui à frente com o mai' lindo traje da academia minhota (aquilo não é um chapéu, é um tricórnio, tá?!), e por detrás os meus filhotes (da esqueda para a direita), o Diogo "Folhados Mistos", a Filipa "Abcissa", e o Telmo "Spartacus". Pena é que eu ainda não tenho aprendido a praxar... Pobres seres, estes meus filhos que também nunca o irão saber... Irony?! xD

segunda-feira, 5 de março de 2012

Manual do Degredo - Capítulo 1.º

Tomando a ideia dada pelo foufinho de falar em peripécias passadas nas aulas, e se eu fosse a apontar tudo o que lá se passa, bem que já tinha mais volumes daquilo do que uma enciclopédia da História Mundial xD

Hoje vamos começar esta nova saga de mais uma desgraça com a figura mais figura do curso: o Caro Colega (não vou dizer o nome do dito por razões óbvias, mas posso dizer que começa por "A" xD). Este fulano passa as aulas praticamente todas desde o primeiro ano a mostrar os seus conhecimentos natos, adquiridos através do marranço mais intenso que se deve praticar. No início de cada semestre, o Caro Colega vai logo a correr comprar os apontamentos e os livros das cadeiras que temos para os decorar, tipo islamista fundamentalista a memorizar as páginas sagradas do Al Corão. Juro, não estou a brincar, ele faz mesmo isso. E para quê tanto esforço, perguntam vocês? Muito simples: para declamar de memória passagens de vários manuais por unidade curricular.

Tentem competir com um ser destes... Ou pelo menos conseguir estar atento sem rebentar de riso no meio das aulas. Até os docentes, de vez em quando, fazem pouco dele. Uma altura um professor teve que conter o riso e pôr a mão à frente da boca para não parecer muito mal. Entendem o que eu quero dizer? É que mesmo os docentes o acham um tolinho completo. De que lhe serve saber os calhamaos todos de cabeça, se na altura do vamos ver, na altura de aplicar a teoria à prática, ele não sabe dar uma resposta em concreto, e limita-se a dissertar sobre tudo e mais alguma coisa?! Isso não é ser jurista, é ser filosofo, o que não vai de todo ao encontro do que se deveria esperar ou querer neste curso. E para piorar, gosta muito de mostrar que é superior a todos nós, uns meros burrinhos que para aqui andamos... --'

Mas enfim, ele deve ser feliz assim. Ou talvez não, sobretudo quando se sabe que ele veio para onde está por imposição da família. O bisavô era advogado, o avô era advogado, o pai é advogado... logo, ele também teria que ser, para continuar a tradição. A minha opinião sobre isso é que os pais, ao exigirem a um filho cursar determinada área, só o irão tornar um profissional frustrado, que nunca irá executar o seu trabalho como deve de ser. E tem que ser o melhor da turma, que menos também não se lhe espera. Outra estupidez. Ser um aluno mediano ou desenrascado, que pelo menos sabe o que está a fazer, não é vergonha para ninguém. Pior é estar obrigado num sítio, quando se queria estar noutro, e ver a vida que sempre se quis por um canudo, porque temos que concretizar os sonhos que os outros desejaram para nós, e não os nossos próprios sonhos. É, muito simplesmente, uma opção muito egoísta que diversos pais têm, infelizmente.

E com isto, acabamos o primeiro capítulo do Manual do Degredo, ou as coisas que eu tenho que aturar nas aulas ditas universitárias.

P.S.: Amanhã vou tirar o mofo do traje e vou à praxe da quarta matrícula. A ver se é desta que aprendo a praxar... Taditos dos caloirinhos, até vão fugir com o medo... Irony, oh!, sweet irony!

domingo, 4 de março de 2012

Solution

Alguns de vocês devem saber que eu e o meu foufinho temos muitos quilómetros entre nós. Não partilhamos qualquer cidade, visto que somos de terras diferentes e estudamos em terras diferentes. E não, não nos conhecemos na net num chat qualquer, como a maioria deve estar a pensar agora. Foi uma amiga em comum que nos apresentou e depois puff!, fez-se o Chocapic xD

Por essa mesma razão, não podemos estar juntos sempre que queremos. Aproveitamos todas as ocasiões e mais algumas que me obrigam a ficar em Braga durante os fins-de-semana, como um calendário de testes sufocante ou alguma conferência ou formação. Qualquer desculpa serve para estarmos um com o outro e matar as saudades. Um grande ajuda têm sido as novas tecnologias, já que falamos todos os dias pelo telemóvel e pela Internet. Mas às vezes, mesmo assim, as situações da vida pregam-nos umas partidinhas.

Há uns dias ele recebeu uma proposta de trabalho, que consistia em acompanhar um cliente à Alemanha e fazer interpretação simultânea. A viagem, estadia e o trabalho efectuado seriam pagos, e sempre consegui um dinheirinho extra que faz falta a quase toda a gente neste momento (menos àqueles que roubam as bolsas dos colegas para as terem para si, e delas não necessitam... Mas isso é o caso à parte). Infelizmente a coisa não se concretizou, e fico triste por ele, porém, também eu fiquei a bater mal por alguns momentos. Ele não iria levar o computador com ele, não sabia se iria ter acesso a algum dispositivo com Internet, e eu não tenho roaming no telemóvel. Isso significaria quase quatro dias sem saber o que quer que fosse dele.

Ele bem me diz que um dia vou ter que me habituar a que, um dia destes, vá trabalhar para o estrangeiro e que não nos vamos poder falar sempre. Inclusivamente, podemos ficar dias e dias sem contacto, sem poder telefonar um ao outro e sem possibilidade de comunicar pelo computador. Eu simplesmente não me consigo habituar, nem sequer pensar numa situação em que ele para mim é incógnito, sem ter notícias dele. Se ficar semanas sem poder abraçá-lo já é difícil, não saber como está de todo em todo, seria quase insuportável. Daí, vê se consegues encontrar uma solução para isto foufinho, caso contrário, um dia destes ainda fico a bater mesmo muito mal da cabeça =P

sábado, 3 de março de 2012

Só algumas pessoas são pessoas... e outras simplesmente não

Ontem li este artigo aqui, e posso dizer-vos que foi uma das notícias que mais me chocou nos últimos tempos. já que afirma que os recém-nascidos não são pessoas e podem ser mortos à nascença como se de um aborto pós-parto se tratasse. Há alguns dias, quando perguntei aos meus leitores o que gostariam de me ver dissertar, a Corina do O meu reino da noite sugeriu-me falar do aborto. Assim, vou abordar as duas questões de uma vez só.

Religiões à parte, que eu não sou tapadinha dos olhos e consigo pensar por mim mesma, sem a necessidade de ter um dignitário qualquer a dizer-me o que devo reproduzir dizer, sou contra o aborto. Podem pensar o que quiserem de mim, mas acho esse acto um homicídio. É uma vida humana que ali está, um ser dentro de uma mulher. Pode ser um argumento fraco para alguns, só que não consigo ver esta situação de outra maneira, e talvez pese a minha formação de jurista. Sei bem que uma adolescente com um filho nos braços não é uma vida idílica, não senhor. Terá que sustentar o filho, dar-lhe atenção, carinho, alimentá-lo, vesti-lo e muito mais, o que fica, na maioria dos casos, a cargo dos pais da rapariga, avós da criança. Acredito ainda que muitos pais, inclusivamente, pusessem as futuras mães fora de casa, não lhes deixando alternativa para criar a criança que dali a meses virá ao mundo.

Uma grande parte dessas crianças, não digo indesejadas, mas antes não planeadas, acaba ou no sistema de adopção ou no contentor do lixo. A primeira solução não é a mais agradável, é certo, porém essa criança, um dia que cresça, pode pensar que a mãe não a quis porque não tinha condições para a ter, ou simplesmente porque sim, mas não deixou de lhe tentar dar uma segunda chance na vida. Acima de tudo, escolheu não abortar para que ela pudesse viver. Como disse, é a minha opinião, e outros podem acordar ou discordar, nem tão pouco julgo quem quer se seja por ser a favor do aborto. Cada um sabe de si, e é juiz da sua própria causa. Falando por mim, eu não seria capaz de abortar, excepto talvez para duas das situações permitidas por lei: a violação ou o perigo eminente para a vida da mãe. Um terceiro caso é ainda legítimo, quando os bebés têm mal formações muito graves, mas mesmo se me encontrasse numa situação dessas iria pensar muito bem se queria abortar ou não. Meter os recém-nascidos na lixeira vem ao encontro do artigo referido supra, algo que eu sou totalmente contra (o qual transcrevo em parte infra).

De acordo com Alberto Giubilini e Francesca Minerva, do ponto de vista moral, matar um recém-nascido, em nada difere de praticar um aborto. Os investigadores (...) argumentam no artigo 'After-birth abortion: Why should the baby live?' ('Aborto pós-parto: Porque deve o bebé viver?') que um feto e um recém-nascido são dois seres «moralmente equivalentes», na medida em que ambos estão num estádio em que apenas têm o potencial para se tornarem pessoas. Como nenhum dos dois possui consciência, as mesmas razões que justificam o aborto sustentam o infanticídio.
Os especialistas (...) no entanto, acrescentam que «se, depois do nascimento, se detectasse alguma doença que não tivesse sido identificada durante a gestação, ou as circunstâncias económicas, sociais ou psicológicas necessárias à educação de uma criança não estivessem reunidas» as pessoas deveriam ter a opção de não ficarem obrigadas criar a criança.

E agora eu pergunto. O que c*railho é isto? Aborto pós-parto?! Para mim é homicídio puro e duro. Voltamos ao tempo de Esparta e da Alemanha Nazi, em que aqueles que não eram espécimes perfeitos da raça eram deitados pelas encostas abaixo ou enfiados nas câmaras de gás?! Qualquer dia, quando um cidadão que paga os seus impostos chegar a velho ou tiver uma doença grave, é pegar nele e tumbas! para o matadouro, já que não há circunstâncias económicas, sociais ou psicológicas necessárias reunidas para a sua manutenção ou cura. Recém-nascidos são são potencialmente pessoas, são pessoas! E que eu saiba, a moral não entra para as contas da ciências. Para mim, são esses seres rastejantes que defendes este artigo não são pessoas. Chamam-lhes cientistas e especialistas na área? Eu chamo-lhes cangalheiros.

sexta-feira, 2 de março de 2012

Ultimate Party Night xD

E foi de nos divertirmos quase até cairmos! Ontem não consegui publicar o que quer que fosse sobre a noite de quarta-feira, já que as horas de sono que não tive nessa noite pesaram na de ontem. Ainda assim, tardou mas não faltou!

Rescaldando a noite que quarta, a coisa começou mesmo antes de eu chegar a casa da aula de apresentação de uma cadeira mais secante de todos os tempos. A stora decidiu abordar todo o programa da cadeira de uma forma geral, ou seja, achou que já sabíamos aquilo tudo e gastou quase duas horas para uma coisa que levava dez minutos. Quando cheguei a casa já passava das oito da noite, e já estavam as coisinhas adiantadas. A massa dos crepes já estava pronta e a pizza caseira a meio gás. Acabamos de pôr os ingredientes na dita e toca a meter ao forno. Paleio para aqui, paleio para ali e dali a pouco já a primeira pizza estava no nosso prato e a segunda no forno. Rita, aquilo estava mesmo bom! A ideia de abrirmos uma confeitaria-pizzaria foi das melhores coisinhas que já pensamos! Tu fazes as pizzas, eu os bolos e a Crikes serve às mesas xD

Para sobremesa tivemos crepes com chocolate derretido e morangos, uma delícia! Nessa altura já a casa estava cheia de povo. Claro, para a sobremesa aparece toda a gente (menos o Phena que estava a pôr-se toda bonita como uma princesa xD). E Ariana, podes comer os doces todos que quiseres, que nunca hás-de ter o c* de uma cubana, nem nunca irás precisar de assediar os irmãos das tuas amigas, que os senhores das artes marciais e nós vamos sempre gostar de ti ^^

Já todos arranjadinhos para sair, e depois de muitas piadas estúpidas e mordazes, lá fomos nós para a zona dos bares ali pela universidade, jogar matrecos e ver a Crikes toda apanhadinha pelo gajo da camisola amarela. Era só uma rinoplastia no nariz do homem e ficava prontinho para ser aviado. Andamos lá um pouco e depois foram para o UPS, mesmo ali ao pé, sem necessidade de boleias ou taxis, e com uma entrada low cost, exactamente como se quer. O espaço aceitável logo começou a escassear quando o Quim Roscas e o seu amigo Zeca Estacionâncio apareceram, visto serem a atracção daquela noite. Por conseguinte, tivemos que ir para a entrada da pista, caso contrário tínhamos acabado espalmados e sem ar nos pulmões. Antes da performance terminar, ficamos reduzidas a três pessoas (eu, a Crikes e a Rita), mas a Mikas veio-se-nos juntar logo a seguir, as mesmas malucas que foram para a pista de cima e se aguentaram na festarola até às seis e meia da manhã.

Com os pés a latejar e com uma vozinha de bagaço que ainda me permanece na garganta, lá fomos nós para casa. Hora e meia depois já estava a yours truly a pé para as aulas da manhã. Nove horinhas em ponto já estava eu na sala à espera da stora de Família, e apenas uma hora e meia dormidas. Escusado será dizer que a Rita e a Crikes ficaram na caminha a dormir... Ontem à noite nem me lembro de ter adormecido com o cansaço que tinha no corpo e no cérebro. Mas valeu a pena. Há um bom tempo que não fazíamos um programa destes e nem foi preciso levar ninguém a rasto para casa xD Aproveitar é agora minha gente, e com pessoal porreiro, não há nada melhor ^^