terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Aguém me arranja uma alminha para me benzer a casa?! Oo

A desgraça de hoje consiste na minha casa propriamente dita e não nos vizinhos, o que pode parecer algo estranho à primeira vista, tendo em conta os seres que também habitam este prédio.

A coisa já se vinha a manifestar em doses pequeninas de há uns dias para cá, sendo que a pia da cozinha tinha alturas de achar por bem meter nojo e entupir por uns minutos. Ontem à noite não se desentupiu. Levou a noite toda a vazar e hoje ainda está pior. Não posso fazer de comer porque não posso lavar a loiça. Pior: tirei teimas e confirmei que os tubinhos que ligam a pia a não sei onde, talvez à rede de escoamentos, anda a largar água e inunda uma das prateleiras do móvel da cozinha que lhe fica mesmo por baixo. Agora já tenho explicação para os tachos "mal limpos"... Para a minha senhoria, o problema é que nós lavamos a loiça e deixamos os restos de comida irem pelo cano, o que é engraçado porque nem nós fazemos isso, como já é a 3.ª ou 4.ª vez que isto acontece em três anos que cá moro. Deve ser coincidência... Não sei, hesito.

Continuando, estava eu a desenrascar o almoço de hoje (sandes quentinhas de manteiga ou queijo e leite igualmente quentinho com chocolate), quando ligo a televisão e... a coisa não dava. Desliguei e liguei no botão, tirei a ficha da tomada e voltei a meter. Nada. Entretanto, olhei para a tostadeira e as luzes estavam todas apagadas, e foi aí que pensei: será que a luz foi dar ali uma curvinha ao bilhar grande assim como quem não quer a coisa? Afinal era mesmo. Lá fomos nós, eu e a Cátia, olhar para o quadro da luz, e ela lá conseguiu por a coisa a funceminar de novo. Mas tendo em conta que estavam ligados um microondas, duas tv's e uma tostadeira, parece um pouco estranho que tão pouco seja suficiente para atirar a luz abaixo, mesmo ao nível do chão, até porque já não é a primeira vez que estas coisas estão a trabalhar ao mesmo tempo e nunca tal coisa aconteceu.

Mas a história não acaba aqui. Há parte de já algumas coisas terem desaparecido misteriosamente do apartamento e que já davam uma listinha jeitosa (ou então são as senhoras empregadas que mudam as coisas dos sítios só porque sim, sítios estes que só elas vêm e nós não), temos o duo fogão & esquentador, qual dupla pseuso cantora de música pimba que se acha a melhor bolacha de pacote. O fogão larga lume demais pelos bicos e tem duas funções: quase queimar a comida e mandar gás para cozinha toda; o forno leva em média hora e meia a cozinhar seja o que for, por mais pequenino que seja. O esquentador... nem sei, mas já está a pedir de joelhos e aos gritos para ser substituído. O fogão, esse, coitado, está em estado vegetativo há uns belos anos, mas ainda ninguém teve coragem de lhe desligar a máquina ventiladora. Por mim, já tinham voado os dois pela janela fora directamente para o ferro velho mais próximo. Teoria da minha senhoria: "já viu que o esmalte ainda nem sequer está corroído? Isto é material que dura menina! Se aguentou estes anos todos, aguenta outros tantos em cima." Talvez quando o dito material me explodir no focinho, é provável que a senhora reflicta algo do género: a menina que passava a vida a reclamar até que tinha razão...

Para terminar, temos as tomadas. Oh, que coisa mais engraçada, principalmente quando têm a fiosada toda de fora que nem um tipo no Bairro Alto depois de levar uma bela duma facadinha da barriguinha e que está a perecer com as entranhas todas a escorrer pela calçada portuguesa. Sim, é verdade. Metade das tomadas cá em casa ou estão "desactivadas", ou então estão descoladas da parede ou em vias disso. Prova da biodiversidade das ditas é o meu quarto: tenho três tomadas, sendo que uma não funciona, uma está como o desgraçado do Bairro Alto supra e a outra está a "tentar fugir do fulano da naifa", por assim fizer.

Agora não sei o que fazer da minha vida: quero comer mas não posso. Quero estudar mas não consigo. Porra para Comercial e para o c*railho da pia da cozinha...!

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Coisinhas bouaaaass! ^^

Hoje o dia foi feito de emoções fortes. Para começar, acordei às 7 da manhã para me preparar com tempo para o teste de Direito da Família e Sucessões, e ainda conseguir dar uma última vistinha de olhos às coisinhas. Já passava das 9 horas quando comecei a prova, que só durou 60 minutos. Aparentemente, a coisa até correu bem, mas prognósticos só mesmo depois do jogo.

Depois disso voltei para casa, para o meu foufinho, que consegui convencer a só voltar para casa amanhã ^^ Entretanto saímos para comprar natas e vinho branco para as iguarias do dia. Não que eu quisesse realmente, porém o foufinho convenceu-me a dar mais uma voltinha pelas lojas para ver os saldos mais uma vez. Já tinha estado no shopping aqui de Braga no sábado, mas voltei a casa de trombas, porque não encontrei nada de jeito e verdadeiramente em saldos, daí que não comprei nada. Entramos na Primark e estava, à falta de melhor palavra, deserta. Deste modo pudemos ver tudo com muita mais calma e acabei por adquirir uma linda malinha por apenas 3 euros. É vintage e linda. Já disse que era linda?! xD

Já de volta a casa, almoçamos caldeirada de peixe confeccionada por moi. Acho muito sinceramente que estou a ficar uma pró na cozinha. Já não era sem tempo! Neste momento tenho o pito no forno (por isso é que o vinho era necessário sim? Que aqui ninguém bebe vinho :s), também feitinho aqui pela Nightwish. E vocês perguntam... e as natas?! Ora, as natas eram precisas para as Natas do Céu! Finalmente consegui fazer as marotas, e já tivemos oportunidade de provar ao lanche. Saíram divinais! ^^ Fica aqui a receita (para 6 unidades):
  • Bolacha Maria q.b.
  • 1 pacotes de natas
  • 3 ovos
  • 2,5 colheres de sopa de açúcar
  • 1,5 colheres de sopa de leite
Comece por bater as natas e assim que estejam a ficar espessas junte 2 colheres de sopa de açúcar e bata mais um pouco. Bata as 3 claras em castelo e envolva-as nas natas já batidas. Reserve.
Rale a bolacha na picadora, se não tiver coloque-as num saco plástico e com o rolo da massa bata que elas desfazem-se.
Leve ao lume brando as gemas com as 1,5 colheres de sopa de leite e com 0,5 colher de açúcar e sem parar de mexer deixe que ferva até ficar o creme um pouco espesso. Deixe arrefecer.
Em tacinhas individuais comece por colocar uma camada de bolacha ralada, por cima o preparado das natas com as claras, mais uma camada de bolachas e por fim uma camada do creme de ovos.
Leve ao frigorífico pelo menos 5 horas e está pronto a comer.
 
E para os mais curiosos, aqui ficam as provas das coisas boas: a malinha e as natinhas do céu ^^

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Gente horrível é uma coisa que me tira do sério...

Hoje depois do almoço, quando ia para o teste de Direito Reais, e depois quando voltei para casa para dormir uma sonequinha (o que acabou por não acontecer...), fui vítima de várias visões do inferno, vulgo, pessoas que não se sabem vestir e/ou não têm noção do ridículo. Pode dizer-se que, tanto um problema como o outro, e pior, os dois em simultâneo, são com toda a certeza obra de Belzebu, esse ser pindérico que vive entre nós que tem como único propósito atormentar o conceito de moda dos seres humanos.

Primeiramente, deparei-me com uma mulher na casa dos seus 30 anos, pelo menos (que eu não lhe olhei muito para a cara), com uns calçõezinhos vestidos e collants por baixo. Até aí, apesar de não gostar muito da combinação de peças, nada de novo ou muito extravagante. A particularidade dos calções é que eram mesmo inhos de tão pequenos. Ainda tenho as minhas dúvidas se aquilo não eram, na verdade, uns boxers. Eu tenho roupa interior que tapa mais pele do que aquilo, por assim dizer. Para piorar, eram de lycra... ou seja, dava para notar praticamente tudo o que estava por baixo. Não vou tecer mais comentários a este respeito, até porque a imagem mental que se deve estar a formar na vossa mente deve ser horrível o suficiente, daqui que não vejo qualquer propósito de vos continuar a torturar a cabecinha.

Mais adiante, reparei numa moçoila que estava de t-shirt sem mangas. Toda ela gritava "sou uma pita e tenho a mania que sou fashion", com os braços quase anorectivamente delineados e todos arrepiadinhos com o frio, aos quais se juntava uma pasta de base descomunal numa carinha toda enfiadinha pela subnutrição (provavelmente auto-infligida).

Quando voltei do teste, fiquei à porta do centro de cópias à espera de umas amigas "pegas", que precisavam de fotocopiar uns apontamentos meus. Como sou boa pessoa, não tive qualquer problema em emprestar o que elas precisavam (não sei se repararam, mas esta frase está mais carregadinha de ironia do que um comboio indiano... um dia destes eu desenvolvo a matéria xD). Enquanto esperava, aproveitei para ver as vistas, leia-se, ver quem passava, já que o centro de cópias fica num primeiro andar e me dava uma vista mais que privilegiada sobre o degredo humano. Vi montes de raparigas que ao saírem da cama de manhã, porque tinham os olhos cravejadinhos de remelas, enganaram-se e em vez de vestirem um par de calças, meterem-se dentro de umas leggings. Vi imensas rapariguinhas de saltos altos e que não sabiam andar com eles, de tão tortos que os seus corpos ficavam para serem capazes de manter o equilibro em cima de tamanhos cascos.

Porém, pior que tudo isso foi ver um moçoilo com umas jeans e um cabelo completamente inacreditáveis. O seu penteado consistia em ter cabelo somente no cimo da cabeça e o resto estava rapado. Relativamente ao cabelo que tinha, decidiu deixá-lo crescer e meter para o lado, tipo "Justin Castor", mas ainda mais horrendo, porque lhe faltava a parte de baixo do capacete. E depois as calças... Eram umas skinny jeans do mais skinny que por aí há, com as beiras para fora e "às solhas", o que proporcionava a um qualquer transeunte ver as suas meias pretas até um pouco acima do tornozelo, mais as suas all star verde relva. De uma coisa podemos ter todos certeza: filho meu não andava assim na rua. O meu problema não é com ele ser, hipoteticamente, bichona, porque o facto de ele ser gay não me faz qualquer diferença. Mas se é para ser bichona, que seja com estilo!

Sabem o que vos digo? Lá se vai o tempo em que as pessoas se esmeravam para parecer bem. Podiam não ter dinheiro, que a maioria não tinha, mas andavam bem arranjadinhas, e a elegância estava acima de tudo. Hoje em dia, pagam-se balúrdios de dinheiro para se parecer mais rasca que um pedinte ou uma senhora da vida. Haja paciência para perceber esta gente... Ainda falam da Lady Gaga. Essa aí consegue aparecer mais bem vestida e apresentável que alguns seres que por aqui andam.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

É uma sorte estares viva

Há pouco estava a falar com uma das minhas sobrinhas académicas. Precisava de encontrar o trengo do meu afilhado, aquele que aparece na foto da Gala. Como sempre, está desaparecido em combate. É incrível como nunca consigo achar o diabo do moço... --'

Mas continuando, estava a falar com a minha sobrinha quando lhe perguntei pelo desnaturado do meu afilhado, e se ele estava lá por casa. Ela respondeu-me que só lá estavam médicos, enfermeiros e auxiliares. Afinal estava no hospital. Pelo que me disse, teve um acidente de automóvel no dia 24 de Dezembro, mesmo na véspera de natal e está lá internada há uns 15 dias. Aparentemente, quase foi desta para melhor. Fracturou a bacia, partiu uma perna e tem 35 pontos na cara, e até já foi operada. Na verdade, tinha lido um comentário algo estranho no Facebook dela, mas como ela gosta muito de mandar piadas secas e carregadinhas de ironia (claro, sai à tia ^^), pensei que era mais um boca para calar alguém. Só que não era...

Não lhe perguntei pormenores, pois não quis estar a chafurdar nas más memórias, e ainda para mais tão recentes. Como vêem, não padeço da comum maleita que afecta a maioria dos tuguinhas, que só ficam felizes quando a história acaba em tragédia, especialmente se morrer alguém, e não param de fazer perguntas totalmente inoportunas até que lhes satisfaçam a mórbida curiosidade. Tenho tempo para saber todas essas coisas, ou até nem vá saber de todo, porque nem sequer sou tida nem achada quanto ao assunto. O que realmente me importa é que ela está bem e a recuperar. E sem nunca perder o humor negro (como disse, saí aqui à titi ^^).

Isto fez-me pensar como damos tudo o que temos por adquirido. Nunca pensamos que o nosso mundo pode ser abalado de um momento para o outro, que agora estamos aqui perfeitamente bem, e que no próximo podemos perder tudo. Deixamos as coisas por fazer, num agora não me apetece... fica para amanhã completamente desinteressado, sem nos preocuparmos em aproveitar todos os segundos que estamos com as pessoas de quem gostamos e que gostam de nós. Não digo para vivermos todos os dias como se fossem o último, porque aí então existiríamos num completo histerismo do pensar será agora o meu suspiro final?, que nem conseguiríamos, de todo, viver em paz.

Apenas acho importante dar valor a todos os bocadinhos que nos fazem um todo integro. Não interessa para nada aqueles que nos tentam fazer cair a todo o custo e a todo o momento, não importam os pequenos ou grandes tropeções que damos na vida. Aquilo a que devemos dar valor é às pessoas que temos e que nos têm, aos dias em que dizemos eu venci e ninguém me venceu.

E Lu, quando saíres dessa, vamos para a noite e só voltamos a casa quando o sol já estiver bem alto. Vais ficar ainda melhor do que eras originalmente, eu sei que sim ^^ If you can’t run, you walk. If you can’t walk, you crawl. If you can’t crawl, you find someone to carry you.


quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Onde é que o ensino vai parar...?! No inferno, desconfio...

Adoro quando os professores fazem apontamentos ou esquemas o diabo a quatro com erros ortográficos. Sim, eu estou a falar mesmo em manifestos erros ortográficos, e não aquela palhaçada do novo acordo ortográfico, sobre o qual nem me vou pronunciar por ora... Alguém pode dizer a estes sapientíssimos docentes que merecem um tremendo de um arraial de porrada?! Degredo.

Qual não é o meu espanto, enquanto lia uns diapositivos que a docente de Direito Penal II disponibilizou para estudarmos que, verdade seja dita, não explica coisa nenhuma, me deparo com isto:

É favor atentar ao que está dentro da caixa.

Não se diz por a condenação, mas sim pela condenação. Esta não foi a única calinada que encontrei, só que já não me lembro qual foram as restantes, nem tenho sequer intenções de perder tempo a procurá-las. Pensem o que quiserem, contudo, aquilo não é de todo uma gralha. Aquilo é um erro ortográfico que faz o próprio Eça se virar na campa. Para piorar a situação, não aprendi nada com a dita apresentação power-point. Ainda bem que li os livros primeiro, que apesar de parecer impossível, a senhora consegui complicar uma coisa que é relativamente simples.

E agora a questão que se levanta é esta: que moral têm estes professores de nos corrigirem quando nos enganamos? Ou que moral têm eles para nos ensinar, quando não sabem sequer língua portuguesa?! Qualquer pessoa se engana, é certo, e quase sempre que escrevo um texto, dou pelo menos uma ou duas gralhas. O que é que eu faço? Leio o que escrevo. Às vezes as gralhas passam na mesma, não estou aqui para enganar ninguém, mas estes indivíduos destes deveriam ter atenção acrescida e ler e reler o que disponibilizam para os alunos. Para além de ser dever ser inapropriado para o estudo, como é um nadinha muito feio.... Digo eu...

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Considerações gerais sobre o Estudo

Introdução:
Estou à beira de um esgotamento nervoso e o diabo do pito ainda não está pronto.

Concretização:
Há dias que penso o que c*railho ainda ando para aqui a fazer. Já não tenho idade para andar na universidade. A maior parte das pessoas que conheço e que entraram comigo para o ensino superior, ou já terminaram a licenciatura, ou estão em mestrado, ou são do meu curso. Porque é que Direito tem que ter 4 anos e ou outros só têm que marrar (ou não) durante 3? Bem vistas as coisas, acho que são eles que estão errados. Não é em 3 anos que uma pessoa adquire conhecimentos suficientes numa área de estudo para depois ser atirada com um chuto no c* para o mundo do trabalho. Nem em 4, no meu caso. Acho que foi precisamente isso que quem de direito percebeu quando decidiu "vender" mestrados, visto que a licenciatura quase não serve para nada these days.
Por mim, voltava o curso de Direito com 5 anos, sendo que o último seria de especialização. Já não precisávamos do mestrado, que é uma continuação do nada aprender e ao menos não éramos discriminados e/ou marginalizados pelo Senhor Bastonário e seus convivas... Pré Bolonha volta, estás perdoado!

Desenvolvimento:
1. Dos calhamaços:
Ainda estamos no início da época de testes de final de semestre, e já estou que nem posso. Em duas semanas tenho 6 testes, sendo que dois deles já foram, o primeiro ontem (Declarativo) e o segundo hoje (Executivo). Seguem-se Penal II dia 5, Reais dia 6, Família dia 9 e Comercial dia 13. Haja resistência.
Aproveito ainda para agradecer à Providência, ou a alguma irmã ou irmão bastardo, o facto de quase ter anulado completamente da face da terra das minhas férias de natal. É certo que ainda consegui ver uns filmitos de animação e enfardar muitos doces, mas eu também queria ter passado estas duas semanas de papo para o ar. Nada disso. Os meus dias foram passados a fazer contas ao calendário e aos calhamaços de livros e folhas que tinha para estudar.
Comecei a estudar no final de Outubro... Ainda não posso dizer que tenha parado. E já tenho um recurso marcado para o final de Janeiro.

2. Da má péssima relação com a cozinha:
Electrodomésticos decadentes e a pedir reforma à parte, eu e a cozinha não nos damos lá muito bem. Aprendi a cozinhar quando vim para a universidade e já no termino do meu ano de caloira. Era aprender ou passar fome. Decidi, diligentemente, optar pela primeira hipótese.
Continuo a ser uma quase nulidade na cozinha, excepto na área da doçaria, mas ao menos não passo fome. Porém, pode dizer-se que o meu cardápio é um pouco reduzido... Ainda assim, às vezes dá-me na gana e tento coisas novas, como pito no formo, que entretanto já ficou pronto. Escusado será dizer que ficou mais de uma hora "no quentinho", porque o filho da pu*ah do forno é do tempo do arroz de 15 e não dá uma para a caixa. E nem sequer tinha mencionado o facto que o pito consiste numa única perna inteira... Imaginem o tempo que demoraria se fosse um frango completo.
Estava eu a tirar o bicho para o prato quando me lembrei: não tenho arroz nem batatas feitas!! E agora? Pois, agora é ir à dispensa buscar as batatas fritas de pacote com sabor a presunto, que é para isso que elas servem... Frango e porco, zoológico culinário.

3. Das outras tarefas domesticas:
...que também não gosto de fazer. É certo que sou uma privilegiada, pois tenho empregadas para me limpar o apartamento. Mas é também certo que elas falam mais do que limpam. E já agora, ainda não me descongelaram o congelador...
Quando é para se mexer o c* e se fazer algum coisa, estudante que se prese nem perde neurónios a pensar nisso. O lixo ainda está ali para ser levado e é bastante. Já falei em levar-mos à rua, contudo, surtiu o mesmo efeito que por um vaso vazio à chuva. Ou seja, nada. Aqui a Nightwish não se vai armar em Wonder Woman e pegar na carrada de sacos que estão na marquise e pôr lá em baixo. Ainda caio pelas escadas abaixo e depois o touro-rosa vem-me dar na cabeça porque fiz muito barulho a rebolar nas escadas com o lixo. Entretanto acabei de comer, mas não vai ser hoje que vou lavar a loiça.

4. Do tempo, ou falta dele:
Pois, não o tenho, de todo. Até tempo me falta para dormir. E já nem vou falar das pessoas... Cruzes credo e as coisinhas santas! Isso seria um quase suicídio intelectual.

Conclusão:
Já tenho a pança cheia, mas continuo irritada e com sono. Daí que vai ser como a canalha pequena: xixi e cama. Amanhã tenho que acordar cedo, ou tentar, para estudar para Penal II. Wish me luck... vou precisar. Gone.

domingo, 1 de janeiro de 2012

Ano novo, mais do mesmo =P

Primeiro dia de dois mil e dóze. E sinceramente, pareceu-me mais do mesmo.

Acordei pela manhã a morrer de sono, e o meu foufinho só me conseguiu tirar da cama para almoçar e quase com a ajuda de um reboque. Almocei, depois fiquei a ver um pouco de tv, estudei para o teste de amanhã e fiz montes de outras coisas tão normais como lavar a loiça. Como podem ver, o primeiro dia do meu ano não foi nada de mais.

Relativamente à noite de ontem, não podia ter sido mais normalíssima do que foi. No entanto a comida foi óptima ^^ O foufinho confeccionou o jantar, e ainda tive direito a entradas! A sobremesa ficou a meu cargo, mas o foufinho decidiu fazer a sua parte também, e decorou um pratinho com bolachas, chocolates, mais compota de framboesa de compra e doce de kiwi feito por ele mesmo. Deixo-vos fotinhas das iguarias de fim de ano:


As entradas eram queixo brie com compota de framboesa. Ficou mesmo muito bom! O prato principal (e único) consistiu em arroz com frango desfiado e pedacinhos de cenoura e chouriço no forno. Não é tão bom como arroz de pato, mas o princípio é o mesmo e não lhe ficava, de todo, atrás.


E aqui está a sobremesa: eu fiz um bolo de chávena, super rápido, adicionei chocolate em pó e utilizei duas forminhas em forma de coração. Juntei as duas partes e recheias com compota de framboesa. A combinação ficou um nadinha doce, mas ainda assim, bem saboroso.

À meia noite, acordei o foufinho que já tinha mais que arrochado no sofá, festejamos a passagem de ano sem uvas passas, cuecas azuis ou champanhe, apenas com uma boa dose de beijinhos. Como podem ver, não foi nada de absolutamente fantabolástico. Mas foi óptimo ter estado com o foufinho ^^

Espero que o vosso Reveillon tenha corrido pelo melhor, e que todos os desejos que tenha idealizado para o novo ano se concretizem (excepto o Sporting ser campeão... Sorry XL =P).