quarta-feira, 16 de novembro de 2011

A lista de... viagem xD

Hoje vamos relaxar. Depois de dois dias de testes seguidinhos (na terça foi Direitos Reais e hoje Direito da Família e Sucessões), uma pessoa chega a um ponto que já não anda lá muito bem desta cabeça. Desse modo, decidi dar-me um desconto e fazer o que me der na real gana, e esse belo programa começou comigo a deliberar que hoje o jantar seria lasanha!

Para quem não sabe, eu adoro dar numa de Garfield. Adoro lasanha, adoro dormir, adoro não fazer puto da vida, adoro ser inconveniente e não desadoro ver tv até cair para o lado. Daí que o meu ideal de vida é ser como este meu ídolo. Vamos lá admitir: o diabo do gato leva uma vida mesmo à patrão, sempre de papo para o ar, a infernizar a vidinha do pobre do Odie e do John Arbuckle, e a comida vem sempre ter com ele sem ter que mexer um palheto.

Mas o que me traz hoje aqui é falar mais concretamente o que eu fiz na aula de Direito Penal II. Ou o que eu não fiz. De manhã tive teste, ao início da tarde uma aula de Processo Executivo, que é do género: o stor dita as coisas em 5ª velocidade, e nós tentamos apanhar o que ele diz, e depois disso fui para a dita aula de Penal II... Eu tentei, eu juro que tentei tirar algum apontamento de jeitinho da coisa. Mas não deu.

Aquela aula é quase intragável, que a stora é uma rapariguinha nova, muito boa pessoa, só que não impõe respeito nenhum. Ou seja, ninguém lhe liga puto, toda a gente fala e faz barulho e o povo vai saindo da aula quando quer, acabando por ficar meia dúzia de gatos pingados na sala. Para piorar, a mulher fala baixo para c*railho e não se ouve nada nas filas de trás, que é para onde eu vou na maioria das vezes. Vai disto, acontece o melhor do meu dia:

A Pops decidiu fazer uma lista das roupas e et cetera que ela tem que levar para Paris. --'

Da lista que eu diligentemente ajudei a fazer, que eu sou uma boa amiga (xD), constavam, aquando do final da aula: 4 ou 5 pares de calças, 3 camisola, uma camisa e uma túnica, uns 5 casacos, 4 lenços, 4 pares de calçado e duas malas. Ainda, constavam produtos de higiene de carácter variado, máquina fotográfica e respectivo carregador, mais o outro carregador, o do telemóvel. Convém ainda não esquecer um facto extremamente importante: ela embarca amanhã para Paris e volta no Domingo. E agora vocês perguntam: então porquê tanta roupa? Pois... é que ela tem que ter alternativas. Inclusivamente, quando eu lhe perguntei porque é que ela não levava uma mala apenas, ela respondeu "fica mal aparecer em todas as fotos com a mesma carteira...". Só dela mesmo.

Desengane-se quem pensa que ela é uma coquete nojenta, porque é mentira. É uma tola que está sempre pronta para a ramboia e que não é nada peneirenta em relação ao dinheiro que tem. Mas quando toca a roupa e, especialmente, malas... Não há quem a aguente. Ela mica a roupa e as carteiras de todas as tipas lá no curso, e não se corta de criticar as tendências das storas. O que transforma as aulas num máximo =)

Conclusão da aula de Direito Penal II de hoje: não percebi puto do que a stora disse e passei a aula toda a rir-me das coisas absurdas que a Pops dizia, tipo "achas que 4 lenços chegam? Devem chegar... Smile xD". A ela desejo-lhe boa viagem e que lhe caiba tudo na sua mala de "tamanho normal". E já agora, que me traga uma coisinha qualquer de Paris, não importa o quê ^^

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Eles não são uns totós!

Oh pah, curto tanto...!


Ultimamente ando extremamente inspirada por esta música. Oh pah, não sei...! Quer dizer, até sei porquê... Mas não é para contar xD De qualquer maneira, é sempre super hiper mega ri-fixe (perceberam a ligação?! Lol) cantar isto no meio das aulas. Sim! Eu lembro-me de cantar coisas estúpidas no meio do nada, quando menos o devo fazer. A cantoria é baixinha para os stores não ouvir, mas está lá!

Devo estar com um complexo qualquer de jukebox. Desconheço qual a sua origem e quais os seus efeitos a curto prazo da coisa. Mas é tão awesome! Confesso: adoro o meu mais recente estado de parvoeira mental aguda, só que infelizmente é intermitente (tal como alguns contratos de trabalho ou os respectivos c*s dos pirilampos). Era tão mais fixola se eu andasse sempre assim... E não, não se alarmem, não é da ganza. Cá para mim, é mesmo do stress da universidade (testes e pessoas incluídas) que me anda a pôr tolinha da vida. Não sei como é a vida de um inabilitado por anomalia psíquica, mas um dia destes a ver se experimento. Pode ser que goste... e depois não faço puto da vida e vivo à conta do Estado, tal como muitos falsos bolseiros que por aqui e ali andam sem vergonha nenhuma na cara. Era uma vida do c*railho...!

Infelizmente, tenho que ser imputável, o que pode ser mudado facilmente... Todavia, por hora, é o que temos. Ainda assim, ninguém me tira a liberdade de andar a cantar estas e outras coisas nas aulas, para gozar com determinadas situações da vida. Esta música diz nas entrelinhas qualquer coisa do género: ide-vos todos f*der, se andarem a fazer de mim um(a) urso(a), eu depois chego aqui mesmo à patrão(patroa) e vingo-me em alto estilo. É assim que eu quero ser quando for grande! Quem se meter comigo, bem que se f*de!! E digo já que devíamos ser todos assim, e não deixar que nos pisem e façam de nós gato-sapato. Se o povo todo seguisse aqui esta minha nova filosofia de vida, era muito mais feliz, e não tinha tantos problemas (talvez arranjasse alguns em tribunal... mas para isso estou cá eu! xD). Ainda vou virar guia espiritual... LooL! Not...

Bem pessoas, ainda tenho muito que fazer da minha vidinha hoje, por isso, até qualquer post. E não se esqueçam: vocês também não são uns totós! Façam como estes moçoilos e gozem com as situações más e pessoas imbecis das vossas vidas com um "vai p´ra p*tah que pareeeeeuu!!" on their face xD

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

O Labirinto do Fauno

Provavelmente conhecem o nome deste filme por Pan's Labyrinth, mas o seu nome original é El Laberinto del Fauno. Pensava eu que era mais uma produção americana, porém este é um filme mexicano, dirigido, produzido e escrito por Guillermo de Toro. A história narra acontecimento do pós guerra-civil espanhola, quando Franco estava à frente do país (daí a língua falada ser o Castelhano e não o Mexicano - sim, há diferenças para os mais desatentos =P).

Tentando não fazer muitos spoilers, a narrativa centra-se numa menina chamada Ofélia, que adora contos de fadas. Ela viaja com a sua mãe grávida para uma casa numa aldeia, onde se encontra o novo marido desta, um militar franquista absolutamente fanático e que tenta a todo o custo exterminar os rebeldes. Ele, por ser o pai da criança, arrisca a vida da sua nova esposa, só porque o filho tem que nascer onde o pai está, e conversa acabada (já estão a imaginar que tipo de homem é este...). No caminho, Ofélia encontra um louva-a-deus, acreditando que este é uma fada.

Durante a noite, o animal volta a aparecer-lhe no quarto, transformando-se numa fada e levando-a para o velho labirinto ao lado da casa. No centro do labirinto, a menina encontra um fauno (que não é Pan, contrariamente ao que o nome do filme em inglês pode levar a acreditar) que lhe revela algo maravilhoso: Ofélia é, na verdade, a filha do Rei do Mundo Subterrâneo (das fadas e não das alma falecidas), que tinha escapado do seu mundo de fantasia porque queria conhecer o mundo dos humanos. Quando chegou à superfície, a Princesa Moanna ficou cega graças aos raios do sol e perdeu a sua memória, acabando por morrer de doença. Para voltar para o seu mundo maravilhoso, Moanna, ou seja, Ofélia, tem que passar três tarefas para provar que a sua essência permanece intacta, tarefas essas que se vão revelando ao longo dos dias que faltam para a lua cheia seguinte. Esse é o prazo para Ofélia voltar para casa.

Não vou contar mais nada do filme, até porque não quero que percam a vontade de o ver. Adianto deste já que não é nada aoestilo The Chronicles of Narnia, como inicialmente pensei. Aquilo não tem nada de bonito. Tem fantasia, é certo, até porque nunca chegamos a ter a certeza se as fadas, o fauno e todos os acontecimentos mágicos são unicamente obra da imaginação de Ofélia, para se proteger do mundo cruel onde vive, ou se esses mesmos seres e acontecimentos são tão reais como a maldade dos humanos ali presente. Ainda, a película é daquelas de "rodinha vermelha", o que me pareceu estranho ao início, mas ao fim de meia hora de filme, percebi perfeitamente a razão para isso. Chega a quase a ser uma película de terror em alguns momentos.

Este não é um filme para crianças, nem pensar. É demasiado duro e cruel. Pode dizer-se, antes, que é um "conto de fadas para adultos". Não deixa de ser um filme de fantasia, com bons efeitos especiais, se tivermos em conta o tipo de produção em questão. É acima de tudo, uma história triste, mas bem real. Apesar disso, não deixem de ver o filme. A narrativa é muito bem conseguida, extremamente simples e bem imaginada. Se não fosse a realidade humana, seria um filme maravilhoso.

domingo, 13 de novembro de 2011

Bolo de laranja e eu com muito que fazer!

Infelizmente, tenho andado mais parada do que o desejável, visto que a minha vida "profissional" tem andado, como diria o foufinho, "numa fona". A minha rica vida tem-se resumido a: aula, reuniões, estudar, testes e trabalhar (na generalidade). Ou seja, não tenho tempo "nem para me coçar".

Ainda assim, este fim-de-semana não fui à terrinha porque tenho teste terça e quarta-feira, e só o tempo que eu ia perder nas viagens e a descansar em resultado destas, foi mais produtivo ter ficado aqui em casa, quentinha e de pijama (estou assim desde quinta à noite...), de meiinhas felpudinhas e com canequinhas consecutivas de leite com chocolate quente na mão. Alguns até podem pensar mas que bom... esta gaja não faz puto da vidinha e ainda se queixa... Mas é que na outra mão tinha os Códigos Civil e do Registo Civil, a sublinhar merdinhas sobre, imagine-se... casamento. Como diz a Mónica, uma coisa que parece simples, é na verdade uma grande trapalheira que dá uma grande trabalheira. Querem o meu conselho: não casem. "Ajuntem-se" masé, e não se esqueçam de se precaverem (vulgo, façam um contrato de coabitação, ou lá como a coisa se chama), só para prevenir asneirada.

Apesar disso tudo, e de eu ainda nem sequer ter pegado nas coisas de Direitos Reais (valham-me todas as coisinhas santas...!!), não é disto que vos quero falar. Hoje fiz uma coisinha nova na cozinha (mais concretamente na sala, que levei o material todo para lá xD): bolo de laranja. O foufinho está cá em casa por estes dias e deu a ideia de experimentarmos algo diferente, para não ser sempre bolo de chocolate. Encontrou esta receita na net e pusemos mãos à obra (sim, ele ajudou ^^):

Ingredientes:
  • 250 g de farinha
  • 250 g de açúcar
  • 100 g de margarina
  • 2 laranjas
  • 4 ovos
  • 1 colher de chá de fermento em pó
Esprema o sumo de apenas uma laranja e reserve. Separe as gemas das claras e bata as claras em castelo. Numa tigela, bata a margarina com o açúcar, adicione as gemas uma a uma, batendo entre cada adição, até ficar um creme espesso. Junte o sumo e a raspa da casca das duas laranjas e bata mais um pouco. Adicione a farinha previamente misturada com o fermento e por fim as claras batidas em castelo, envolvendo toda a massa cuidadosamente. Leve a forno pré-aquecido a 180º numa forma untada e enfarinhada, durante cerca de 45 minutos (ou até o bolo ficar decente, no caso do meu forno... --').

Não sei se conhecem a técnica, mas para vermos se um bolo está pronto basta espetarmos um palito no dito e se este sair sequinho, então o bolo está pronto. Claro que, mais uma vez, com o meu forno as coisas não se passam bem deste modo... Da última vez que o foufinho cá esteve, o bolinho de chocolate que fiz estava meio cozido, meio por cozer, ao que vulgarmente de chama "o bolo tinha pito". Ainda assim estava muito bom, que eu até que gosto desse pito. Nada de piadas porcas, agradecida... xD


E aqui fica uma fotita do bolinho. Aconselho o(s) seguinte(s) acompanhamento(s): leitinho, quente ou frio, e um pouquinho de chocolate derretido por cima das fatias do bolo, num contraste saboroso entre a laranja e o chocolatinho ^^ E já agora, não liguem à publicidade descarada... façam de conta que não está lá =P

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Divisão de bens entre Adão e Eva

Hoje a ideia do post é tentar esquecer um pouco o sentido fatalista destes últimos tempos que a minha pessoa tem manifestado, e rimo-nos de algumas coisas engraçadas. Então lembrei-me de um e-mail que a minha mãe me mandou um dia destes, algures pela semana passada.
O dito até me veio a calhar que nem ginjas, visto que este ano, no segundo semestre, em Direito da Família e Sucessões vamos falar de heranças e coisas que tais, e ainda este semestre vamos falar do divórcio (como podem ver, sou uma aluna bastante aplicada, e já estou a estudar matéria com imenso tempo de antecedência, para fazer um brilharete nas aulas com as minhas maravilhosas intervenções).

Ora aqui vos fica a Divisão de bens entre Adão e Eva:

Quando Deus criou Adão e Eva, disse aos dois:
- Tenho dois presentes para distribuir entre vocês: um é para fazer xixi em pé e...
Adão, ansioso, interrompeu, a gritar que nem um tolo:
- Eu! Eu! Eu! Eu quero, por favor... Senhor, por favor. Sim, iria me facilitar vida substancialmente! Por favor! Por favor!
Eva concordou e disse que essas coisas não tinham importância para ela. Então, Deus presenteou Adão, que ficou maravilhado. Gritava de alegria, corria pelo jardim do Éden fazendo xixi em todas as árvores. Correu pela praia fazendo desenhos com seu xixi na areia. Brincava de chafariz. Acendia uma fogueirinha e brincava de bombeiro...
Deus e Eva contemplavam o homem louco de felicidade, até que Eva perguntou a Deus:
- E... qual é o outro presente, Senhor?
Deus respondeu:
- Cérebro, Eva. O cérebro é seu.

E aqui está a melhor divisão de bens alguma vez feita neste planeta e arredores. Se todos os juristas se regessem por esta regra básica e extremamente simples, este mundo seria um lugar bastante mais aceitável. Tudo bem que víamos a nossa profissão remetida estritamente à lavagem de roupa suja, pelo menos nestas área específica do Direito. Mas não podem dizer que era de todo mau assistir a uma sessão de auto-masoquismo dos cônjuges (ou ex cônjuges, mais propriamente), saber quem pôs os cornos a quem com o/a melhor amigo/a, quem gastou o dinheiro do outro em compras/spa/cerveja/futebol, de quem é na realidade a paternidade dos filhos legítimos ou a existência de filhos ilegítimos, and so on, and so on. Muito melhor de que qualquer novela portuguesa ou oriunda da América Latina, e era ao vivo e a cores! Pena é que nas salas de tribunal não se possa comer nem beber... Um baldito de pipocas e uma cola vinham mesmo a calhar xD

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Bolsas de estudo... só para os ricos!

Na semana passada saíram os resultados da bolsa... E juro que me apeteceu partir tudo em casa. A sério Apolinário, ide ser filhos da pu*ah ao c*railho! Põem-se sempre com tretas por causa dos cálculos e mais não sei quê, e estão sempre a mudar para pior...

Para começar, foi a palhaçada que foi com os prazos. Primeiro tínhamos mais ou menos quinze dias para mandar tudo através de uma plataforma electrónica que dava mais erros do que recebia documentos. Ou seja, tínhamos que arranjar os documentos todos nesse pouquinho tempo e enviar os ditos por uma coisa mais velha de o D. João V. Conslusão: foi andar a correr de um lado para o outro, ficar sem tempo para estudar para os recursos (porque foi nessa altura o prazo para entregar os papéis) e a coisa não ficar por aqui.

Depois acharam por bem que não era pior até abrirem um prazo suplementar e mais outro prazo e mais não sei quê, o que fez com que a coisa ainda ficasse mais confusa. Candidaturas para aqui, candidaturas para aqulá, documentos e mais documentos, e a Nightwish a correr para os serviços sociais todos os meses, porque inventam mais uma coisa nova de tempos a tempos.

O mês passado fui lá e disseram-me que o meu processo estava completo e que não eram necessários mais papéis... Agora com mais um exigência de revalidação de candidatura ou o diabo a quatro, afinal até que faltavam coisas... A sério Apolinário?! Mas qual é a ideia? É fazer as pessoas desistirem de pedir bolsa pela exaustão?! Isto não acontece em Portugal... só na Portugalândia mesmo. Assim, vou ter que andar a correr de um lado para o outro outra vez para entregar documentos a comprovar o que disse na candidatura de Julho: comprovativos que ninguém no agregado familiar tem dívidas às finanças (porque a nota de liquidação do IRS, aparentemente, serve como prova em todo o lado menos no sistema de atribuição de bolsas de estudo no ensino superior), outro comprovativo em que não temos dívidas à segurança social (como se eu fosse empresária) e, faleçam do choque, os comprovativos do dinheiro que tenho no banco.

É sobretudo sobre estes último que a comissão mais me "come". Mas afinal que m*rda é esta? Agora andam a investigar o dinheirinho que tanto me custou a guardar estes anos todos? É com 5 000 euros que tenho no banco, as poupanças dos meus pais, que já me consideram rica para pagar as despesas da universidade? Portugalândia. É com a minha mãe desempregada e com o meu pai a ganhar 800 euros por mês que vou governar a minha vida? Portugalândia. Quando o país está em crise e mandam as pessoas poupar, se elas tiverem mais uns troquinhos no banco os filhos já são penalizados nas bolsas porque já são milionários? Vamos voltar ao tempo dos nossos avós, em que o dinheiro mantinha-se bem guardadinho no colchão da cama e não haviam bancos a chular-nos. Portugalândia.

E depois vejo vacolas e c*brõezinhos com bolsas de 300, 400 e 500 euros, que ficam à espera da bolsa para irem às compras. Só que não é para comprarem comida para enfardarem, é mesmo para irem às roupas mais caras e perfumes de marca. E esses são precisamente os mais ricos a receberem bolsas mais altas, e os desgraçados que ou fazem empréstimos para as contas, ou então congelam ou até abandonam os estudos para dar a quem não precisa, e rouba o colega do lado para tem ainda mais dinheiro.

Como sempre, voltei a ter a bolsa mínima. Ao menos ainda dá para pagar a propina, mas ainda assim, é pouco. É muito pouco. Lá vou eu ter que fazer uma cada vez maior ginástica orçamental, e já não sei onde cortar mais. Lá terá que ser...

domingo, 6 de novembro de 2011

Tempinho de m*rda...!

Perdoem-me a ausência, mas entre testes, problemas com a net e mal-estares da época, só mesmo uma Wonder Woman para aguentar. E eu não sou dessas... lol!

Ora muito bem, quem é que gosta deste tempo horroroso, que quando não chove a cântaros e transforma cidades bem cimentadas em verdadeiras Venezas lusitanas, faz um frio de rachar que até faz cair os dedinhos das mãos? Eu não gosto, com toda a certeza. Porém, pessoas há que apreciam este tempinho hediondo. Até aí, tudo muito bem, que cada um tem os seus gostos e nenhum é tido ou achado como verme por ter outra opinião. Mas valham-me todas as coisinhas santas e mais alguma, o que eu não quero é ficar doente! Não gosto, não quero e não tenho tempo para isso, e pront's!

Não sei se é mesmo do frio glacial que se faz sentir pelas terrinhas onde ando, ou se é por ter o nariz entupido e acabar por dormir de boca aberta, o que eu sei é que acordei esta manhã e montes de vezes durante a noite com uma dor horrível de garganta, que se tem "espalhado" pelo meus queridos ouvidinhos e finalmente por toda a cabeça. Já tomei os comprimidos para a coisa acalmar, comi papa de chocolate bem quentinha (que mal consigo comer com as dores), todavia ainda nada me fez efeito. Para completar, mal consigo falar. Gostava eu de saber como é que me vou desenrascar amanhã na reunião do Conselho Pedagógico da Escola de Direito. Sim, porque se isto continua assim, só por mímica é que vou conseguir "dizer" alguma coisa.

AAAAAII!! Tenho dói-dói... Quero uma cura já! =(


Já agora, ainda bem que perguntam (presumo eu): o teste de Trabalho até que correu bem. Bem feitas as contas, tive pouco mais de dois dias para estudar e hora e meia para fazer o teste, mais quinze minutos de tolerância (olha a fartura...), que continha nada mais nada menos que 3 casos práticos e 1 pergunta teórica com máximo de 45 linhas... Se eu não tivesse de ter explicado a noção de contrato de trabalho mais os seus pressupostos base em todos os casos práticos e feito os dois primeiros quase a copiar um pelo outro (já que eram quase iguais e só o finzinho é que mudava), porque a docente não nos deixava remeter para os casos anteriores, teria feito aquilo numa horinha e pouco e a brilhar que nem um pirilampo altamente qualificado. Isso, ou então demorava na mesma os 90 minutos + 15 de "compensação", brilhava na mesma, mas não tinha ficado com uma quase tendinite no bracinho direito. Assim sendi, desconfio bem que o "modo pirilampo" foi à vidinha e a tendinite veio ter com a minha vidinha so porque pode. Enfim... estudante sofre.